sábado, 14 de maio de 2016

Golpe?

Viva democracia a demagogia, a burocracia
Viva assepsia mental
Viva a putaria institucional.
Mais um golpe !
Nos fazer acreditar que ainda exiti aqui, Democracia
Acreditar que direito a falar , basta
Que democracia e o direito a essa toda falácia
Fala imprensa, fala demagogo, fala geral
Fala safado, fala senador, fala deputado
Fala promotor,fala juiz, fala ministros, fala ladrão
Fala povo, fala eu
Fala bundão
Sidney caetano filho

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Suas palavras.

São minhas as palavras?
ou são pra quem as digo?
Pertencem a boca que as pronunciam?
Ou ao ouvidos que nem sempre ouvem?
Ser ou não ser!
Alguém da plateia diria sem sombra de duvidas
Ser de Hamlet
Um outro,então indignado, reclamaria
a autoria da obra gritando, é de William shakespeare.
Mas," Kant " ,Immanuel kant se cala.
Filosofia , palavras de um alguém pra todos
ou ninguém.
Sidney caetano filho

domingo, 17 de janeiro de 2016

       Politica brasileira


Te disseram que urna não é latrina?
Que democracia em grego significa governo do povo
Então, de que  urna falam?
Povo?
O povo que a nossa democracia representa, esta no congresso
no senado , no judiciário, nos ministérios e na presidência
Eleitor é tão somente, "Fantoche" em suas mãos
Não escolhemos ninguém
As quadrilhas "Partidos" é quem escolhe, o que dentre os podres devemos escolher
E urna é latrina sim
Nas eleições
Adentramos aquele espaço privado
Como privada de boteco copo sujo
Damos aquela cagada
Apertamos aquele botão de confirmar, como apertamos o botão de descarga
Mas infelizmente;
Só depois e que vamos ver
o quanto vai feder.

Sidney caetano filho


              Sobre mim!

Falar de você!
Como?
Sei apenas que gosto
Falar de você
O que?
Sei apenas que é linda
Falar de você
Se não a conheço
Falar de você, impossível!
Estarei sempre cego diante de você
Sem poder te ver, como falar de você?
Há muita luz em você
Queria te fazer uma poesia
Mas como?
Sei tão pouco
Só que te amo
Que te quero
Tudo que sei,é o que sinto sobre você
É minha imaginação, te querendo e te construindo segundo meus desejos
Falar de você?
Que me machuca sem querer
Que é dona de toda minha saudade.
Toda minha memoria,
são lembranças de um desconhecido desejo
Falo então somente de mim.

Sidney caetano filho


domingo, 26 de abril de 2015



Gritos

Só a melodia fala comigo
Sei que só eu posso ouvi la
Notas passadas,como contas em rosário que não contei
De dentro pra fora,me fala auto
Me arrepio, e sem perceber estou dançando
A paixão ficou presa num filtro
Coador do tempo
O amor agora limpo, verdadeiro
Parece não ter sabor
Danço sozinho, musica pra dois dançar
O que a melodia me fala
não consigo expressar
É que no coador do tempo,filtrou a cor
E o amor
Sem um pouco de dor
Inodoro,e cheio de razão
Dança sozinho como eu

Sidney caetano filho

sexta-feira, 27 de março de 2015


Quadro negro
Colorido em puro branco
Ousadia!

Sair da segurança.
Chorar e sorrir.
Descolorir o todo perfeito.
Sujar de vermelho sangue o lençol.
Desvirginar.
Alegria!
Sorrir

Ir embora
Colarinho vermelho batom
Amor escrito a unhas no pescoço
Arrependimento tatuado na alma.
Chorar!

Sidney caetano filho

segunda-feira, 16 de março de 2015

Troca


A quem pertenço?
Sombras ou sobras, pra quem?

Sou dono de quem?
Sobras ou sombras de quem?

O que me pertence?
Suas mãos ?
Seus pensamentos?
Seu coração?
Sombras ou sobras, de que?

O que daria?
Minhas mãos,ou todo meu corpo?
Minha alma, ou toda minha vida?
Sombras ou sobras,de que?
O que ainda tenho?
Tome!

O que tens?
Sombras ou sobras de que?
Aceito!


Sidney caetano filho

sábado, 7 de fevereiro de 2015

É só saudade
Que vazio ilumina me ?
Dançar,e em imaginação voar
É só saudade
Que vago imagino, ilumina me
Voar dançando no vazio
E sem asas pra voar, imagino
É só saudade
Sidney?
Hoje não!
É só um vago na
imaginação
Um vazio de luz
E saudade de dançar.

Zero glota

segunda-feira, 26 de março de 2012

Leis de mercado!

Caramba!
Porque é tão importante o reconhecimento quando se ama?
 A primeira ideia que vem a cabeça
È a de compra algo valioso e presentear a pessoa amada, querida.
E se ama muito. O quanto valioso teria que ser o presente?
A verdade a que se quer,E que de alguma maneira a pessoa a quem se ama, saiba sem dúvidas o quanto e este amor.
Uma maneira de materializar o sentimento.
Como se possível... Transforma-lo em algo palpável, visível.
Imagino, Casas de cambio onde o amor pudesse ser trocado por moeda forte.
Então entregaria todo o montante adquirido à pessoa devida.
E ela saberia o quanto é amada.
Já pensou? Chegando a uma destas casas de cambio, mostraria todo o meu amor.
E depois de avaliado...
O funcionário me diria não ser possível
Por ele não ter ali tão grande fortuna
Então iria a outra casa de cambio e La ouviria a mesma coisa
Então iria pra outra, depois pra outra, ate percorrer todas, sem conseguir uma que
tivesse dinheiro bastante para trocar.
Mas sem desistir, começaria tudo de novo.
Chegando numa destas casas, o funcionário me receberia sorrindo.
E me diria que o amor estava em baixa.
Eu não conseguiria muito.
Havia muito amor ofertado no mercado!
Lei da oferta e da procura
Tal imaginação só me servil para entender que a melhor maneira e entregar todo sentimento
Sem cobrança nem trocas POR ENGUANTO!
Sidney Caetano filho

sábado, 29 de janeiro de 2011


PROCURA-SE

Procura-se uma poesia perdida
Falava de paixão
Falava de amor e desejos

Procura-se uma poesia perdida
Nela o amor viajava nas asas de um inseto
E o amor era “eu”.
Nosso desejo um jardim
E eu o regava com salivas
E assim, androceu tocava gineceu.

Procura-se uma poesia perdida
Falava de paixão
Falava de amor e desejos

Procura-se uma poesia perdida
Nela a paixão viajava nas asas de um inseto
E a paixão era nossa.
Em sonhos, delírio de desejos aguçava nossa imaginação.
Voávamos deslumbrados com tamanha beleza de sentimentos.
E nos encontrávamos em rimas e versos

Procura-se uma poesia perdida
Falava de paixão
Falava de amor e desejos

Procura-se uma poesia perdida
Nela o amor viajava nas asas de um inseto
E o inseto "sou" eu
Levava polens em minhas patas para você
Meu gozo
Seu sexo era uma flor, e me ofertava saboroso néctar.
Seu gozo.

Procura-se uma poesia perdida
Falava de paixão
Falava de amor e desejo.

Para quem encontra peço, goze como recompensa.
E devolva-me, por favor.


Sidney Caetano filho

domingo, 12 de setembro de 2010

REZAR OU VOTAR


Rezar pra que?
O cara entra na igreja como sempre
Lá ele faz suas orações, como sempre.
Ao sair, suspira aliviado.
Agora vai fazer tudo o que a noite lhe permitir.
Alguém poderia interrogá-lo.
Como um homem que acredita em Deus, faz coisas contrarias a sua crença?
Então ele explica que desde criança seus pais fizeram rotina em sua vida ir à igreja e orar.
Hoje mesmo ateu, ele não consegui se livrar desta rotina.
Sem fé, pra que rezar?
Votar pra que?
O que foi bom ontem, não tem que ser hoje.
Ontem o “VOTO” era minha única arma pra conquistar direitos como os de falar o que penso.
De poder escolher o chefe maior, e outras utopias esquecidas.
Hoje ele é apenas uma “OBRIGAÇÂO”.
Sem hipocrisia, sem demagogia, por favor.
Mas quem sabe até pra rimar digo, “Azia”.
È assim que me sinto após cada eleição
Aquela queimação no estomago de quem engoliu algo muito ruim de digerir
Não acredito no sistema, e quem poderia mudá-lo pertence a ele.
Ou será escolhido através do voto pra dele fazer parte
Será que os bezerros famintos estão dispostos a deixar as tetas da vaca verde e amarela?
São 503 Deputados federais, 81 Senadores.
Se depois de muito analisar, estes tais Deputados não tiveram competência para
fazer direito o que pede sua função, quem garante que o senado tera competência
para faze-lo, uma vez que são escolhidos da mesma maneira “Voto”.
Sabendo que não são necessariamente melhor preparados que os deputados
O que ontem eu chamava de democracia, hoje chamo de ‘BUROCRACIA’.
E claro falo como leigo, Como zeroglota, se mi analfabeto.
Falo como a maioria que no dia da eleição vai lá, nas urnas dar seguencia
ao sistema atual, mas ultrapassado de política.
E no dia das eleições, quando a maioria se dirigirem para fazer o que nem sempre acreditam, eu vou...
Vou fazer o que acredito
Vou a igreja rezar.
Sidney Caetano Filho

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

FRIO observar

A beleza e o cheiro das flores fúnebres não chegam para aquele que adornam
como chegam para aqueles que choram
E os que choram sequer percebem beleza ali
Eu choro
Sidney Caetano filho

sábado, 21 de agosto de 2010

Sem sentidos, nem palavras.

Tirei as algemas do silencio
Livre ele chega gritante aos ouvidos que gostam de me ouvir dizer, “te amo.”.
Quem consegue me ouvir, tem certeza que digo verdade.
Palavras presas em diário trancado, não ferem ouvidos de quem se ama.
Se não for digno das palavras que falo, que eu me cale.
E fiquei mudo

Tirei as algemas do silencio
Livre ele chega gritante em ouvidos que não me ouvem dizer te amo
Em vão busco ouvir as palavras que digo
Mas se eu não for digno de ouvir tais palavras, que eu não as ouça.
E fiquei surdo

Tirei as algemas do silêncio
Livre ele chega a quem amo a distancia e cujo toque não posso ter
E se dele não for digno, que eu não o tenha.
E perdi o tato

Tirei as algemas do silencio
Livre ele chega a quem não posso ver nem mesmo em fotografias.
E se minha imaginação não for capaz de me dar essas imagens
Se delas não for digno, que eu não as tenha.
E fiquei cego

Tirei as algemas do silêncio
Livre ele chega a todos os que quero conquistar
Mas se não for digno de companheiros em tal sentimento
Que eu não os tenha
E fiquei só

Livre o meu silencio chega a todos
Dentro de mim
O barulho infernal de palavras presas “eu te amo”
Solitário em silêncio, eu amo, eu amo.
Eu te amo

Sidney Caetano filho

domingo, 11 de julho de 2010

Absolutismo

Sangue de nobre
Seduzido por ser, esqueceu se o sou
Folhas de acabado outono, ainda no chão
Navalha cega não enxerga o corte
E os vermes purificadores da carne,esperam
Envaidecido, soberbas gravatas
Brisa invade janela e sopra inverno na sala solidão
Engodos em oratória, bravatas
Fio de língua calada não fere
Féretro vazio em caixa decorada
Agradecida terra cobre.
Sidney Caetano filho

sábado, 6 de março de 2010


.
Queria sair por ai, deixar a rotina do mim.
Esquecer a geografia que compõe o tão pouco da nação eu.
Queria outra vez ir para o exterior, deixar ainda que por pouco tempo,
o corpo que por tantos me fez acreditar ser.
Esquecer lágrimas, dores, prazeres e sorrisos, amores e ódios.
Livrar-me do claustro crânio, que me prende junto à massa que produz tudo nesse espaço físico
Abandonar por instante, o cérebro que faz pensamentos idiotas como este.
Viajar, fita virgem, folha em branco, água pura,
E se possível voltar pra dentro de mim, com lembranças do “SOU”.
Usar melhor o veículo que me conduz,
Ele tem que saber que sou mais.
Mais até que estes pensamentos, produtos deste corpo.
Sidney Caetano Filho

sábado, 27 de fevereiro de 2010

sábado, 30 de janeiro de 2010

A cor do Céu

Não sei como ali chequei
Não tinha nenhum anjo me esperando
Alguém, não quis me deixar entrar.
Qual é seu céu?
Uma doze de água ardente, um porre de gente a te falar o que quer ouvir.
Uma xícara de café quente te acorda quando o dia raiar
Velas-me quando eu não mais precisar, sob luz de velas que não vejo
em velório que não quis ter
E gritas, choras, falas que me amas, mas não te ouço,
Achas que estas a me cuidar
Enquanto seus atos me são em absoluto desconhecidos
Ele me pergunta se quero mesmo entrar
Conheces bem o que tem do outro lado da porta?
Afinal, como é o seu céu?
Você sempre quis ali esta.
Fez tudo pra merecer.
O que?
Qual a cor do seu céu?
Azul turquesa é a cor mais imaginada.
Mas ele é total escuridão na imaginação de um cego
Qual o sabor do seu céu?
Pra alguns ele é farto em leite e mel
Pra outros, marrom glacê e chantilly;
Alguns o imaginam, paz e silêncio.
Pra outros, muito som e bebida quente.
Queres mesmo o céu?
Sabes bem o que queres?
Como é seu céu?
O seu céu é...
???
Sidney Caetano Filho

domingo, 17 de janeiro de 2010

Danço e danço


Aridez
E eu danço a dança da chuva
E danço a dança da chuva
E danço a dança da chuva
E ela vem.
E danço na chuva a dança da alegria
E ela vem.
E danço na chuva.
Que molha os pastos e faz brotar sementes
E danço na chuva, a dança da fartura
E ela vem
Enche os potes e açudes
E danço na chuva, a dança...,e danço!
Transbordam os rios, e danço molhado.
Em corredeiras descem moveis e utensílios,
inutilidades e corpos
E danço na chuva a dança do sol
E danço na chuva a dança do sol
E ele vem.
E danço no sol a dança da alegria
E ela vem
E danço, sempre danço.
Nem sempre em ritmo de Rock
Eu danço
Sidney Caetano filho

domingo, 3 de janeiro de 2010

EM ZEROGLOTA.


Amamos, e orgulhosos cantamos uma ou outra parte decorada.
Poucos o cantam inteiro, e entre os poucos, uma quantidade ainda menor, sabem o que significa a maioria de tantas palavras nele contido.
Então vou traduzir para “Zeroglota”, língua falada por mim,e por
uma enorme quantidade de pessoas, que assim são chamados “piões.”.
É pra nóis,que sobe pra cima,desce pra baixo,nóis gosta,a gente que podemos,
E pra nóis mano.
Mim que fáiz, mim come, mim vive, mim existe.
E mim, que entende tudo isso.
Mesmo semi-analfabetos, amamos esse nosso hino.
HINO NACIONAL
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da silva

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Em “Zeroglota” isso quer dizer,
Escutou vindo da beira de um rio chamado Ipiranga, um grito forte.
Pessoas corajosas, indignadas, gritaram que daquele momento em diante seriam
parte de um lugar independente.
E poético, em alegria, a liberdade veio após o tal grito,
que os mostrava dispostos a morrer pra conquistar tal liberdade.
É meu...
Esse hino é muito grande.
Ele é nosso, e o amamos.
Faça o seguinte;
Abra o dicionário, e aprenda o significado
das palavras que o compõe.
Então não será mais um papagaio verde e amarelo, cantando música decorada,
Será cidadão conhecedor do seu hino.
Esse nosso hino, que também é uma exaltação a nossa independência, e que por ironia, parece mais com a língua de nossos colonizadores.
É o nosso hino, e o amamos assim como é.
É mané, acorda!
Conheça o que ama.
Depois, suba pra cima, e de lá, com um “Brado retumbante”
Orgulhoso, diga!
Mim sabe!
Sidney Caetano filho

domingo, 1 de novembro de 2009

"Meu lugar"

Quando de lá sai, deveria ter deixado no portal, toda minha memória
Mas ficaram fragmentos.
O bastante pra saber que não pertenço a este lugar
Reconheço em alguns, o que nos é comum ,o lugar de onde somos.
Não lhes direi,ou direi.
O que importa?
Serei só mais um louco falando de amor,
Plantei aqui semente.
E então ele apareceu,.lindo, é cantei pra ele todos os dias, "Canção pra ninar“
Dormia no meu colo enquanto cantava “Divina comédia humana “
Quem disse, que um homem não pode achar outro bonito,
ou por ele se apaixonar?
Te vejo como é, “ Lindo”
Amigo maior
Companheiro de rock e rock
Soma do melhor.
Amor em corpo aqui crescido
Divisor de si
Motivo de ter vindo
Múltiplo de mim
Alegria de me sentir
seu
De senti lo
meu
Sidney Caetano Filho

domingo, 18 de outubro de 2009

"ULTIMO TEXTO"

Loteria de sorte , ou azar,sei lá
Vida desce .
Cachoeira de sangue entre as pernas de menina
Um “x”, e tudo seria diferente .
Teria culpa sua mãe,sendo portadora de um destes doente
se apaixonado por quem tem a doença do “x”?
Matemática, já não te cura
Genética que te explique
Probabilidade pequenina,
Mas você veio,e lhe parece em vão
Não verás branquear de seus cabelos,
nem terás o entristecer natural de mulher, ao ver rugas na face.
Um sangrar final,
Adolescência indesejada,
Morte avisada,
Anjo virgem
Hemofilia feminina.
Sorte ou azar?
Sidney Caetano Filho