domingo, 11 de julho de 2010

Absolutismo

Sangue de nobre
Seduzido por ser, esqueceu se o sou
Folhas de acabado outono, ainda no chão
Navalha cega não enxerga o corte
E os vermes purificadores da carne,esperam
Envaidecido, soberbas gravatas
Brisa invade janela e sopra inverno na sala solidão
Engodos em oratória, bravatas
Fio de língua calada não fere
Féretro vazio em caixa decorada
Agradecida terra cobre.
Sidney Caetano filho

4 comentários:

Lu Nogfer disse...

Ai!Nao acredito que to te vendo aqui,garoto!Que alegria rs!
Vc faz tanta falta, sabia?
Bem vindo sempre!E ve se nao demora tanto dessa vez,né!?

Quanto ao texto?O surto de felicidade me afetou o raciocinio!
Volto depois mas a principio,forte como sempre,como gosto!É voce!A tua cara,cara!
Ai que saudade!
Te amo!
Beijos,beijos
Ate...

Lu Nogfer disse...

Voltei!
Agora vamos ao texto né,pq ontem nao deu rs!

Sangue de nobre ou nao nunca se deve deixar seduzir para que nao se caia no esquecimento de ser quem de fato se é.Para que nao se sinta atraido por engodo pelos proprios nobres ou ameaçado por linguas e navalhas ainda que caladas e cegas.

Gosto dessas viagens que vc proporciona,mesmo que eu nem sempre consiga me expressar da forma que entendi!
Mas é isso!
Amei como sempre!
Gosto desse lugar!

Beijos,poeta-filósofo

Valquíria Falcão disse...

Nossa foram ouvidas minhas orações que saldades, poxa por que sumiu???
Vê se não faz mais isso, precisamos de seus poemas e escritos para sobrevivermos...

Beijos... te dollo....

ivone fonseca disse...

Fala verdade vc não voltou simplesmente.. vc chegou chegando que texto é este meu amigo???
Eu não sei o que dizer...
Vc esta perfeto como sempre.

Bj grd e felicissimo de te ler novamente.