Falta música no ar.
Tapetes trincados, roseiras ressequidas.
Emoções a procurar.
Cactos afogados ,deserto vivo, deserto triste.
Respostas sem perguntas em pensamentos alheios,
falta música no ar.
Dor sem hematomas, cicatrizes invisíveis.
Traumas de quem ficar.
Culpa para os que o ama,
desdém dos desconhecidos.
Falta música no ar!
Cadeira pra não sentar,
um trampolim, cadeira abandonada.
Arte pra poucos contemplar, e a estes
a impressão que falta música no ar.
Quantos centímetros tem a corda,
do tronco ao pescoço do pêndulo
que ainda balança?
E falta música no ar.
Sidney Caetano Filho.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
"Falta de imaginação"
Quero um “VAN GOGH”!
Quero sua arte maior,
sua maior expressão de amor.
Onde encontra esta obra?
Qual sera seu preço?
Quero pendurar em lugar
de destaque, majestosa
a orelha do mestre.
Linda orelha do amor!
Quero ler os poemas de “ANCHIETA”
os que as ondas levaram.
Em que mar,de qual oceano encontrarei
pedaços de letras,ou palavras inteiras
pra eu brincar de quebra cabeça?
Talvez no silêncio da noite
onde quebram as ondas nas pedras
consiga distingui neste maravilhoso barulho,
o som dos poemas que generosamente
o mar vem declamar e comigo dividir.
E as ondas quebrando nas pedras, que molhadas
refletem o brilho da lua que o sol usa como espelho
pra refletir toda sua vaidade.
Cenário perfeito pra toda
festa da arte possível
no imaginário.
Sidney Caetano Filho.
Quero sua arte maior,
sua maior expressão de amor.
Onde encontra esta obra?
Qual sera seu preço?
Quero pendurar em lugar
de destaque, majestosa
a orelha do mestre.
Linda orelha do amor!
Quero ler os poemas de “ANCHIETA”
os que as ondas levaram.
Em que mar,de qual oceano encontrarei
pedaços de letras,ou palavras inteiras
pra eu brincar de quebra cabeça?
Talvez no silêncio da noite
onde quebram as ondas nas pedras
consiga distingui neste maravilhoso barulho,
o som dos poemas que generosamente
o mar vem declamar e comigo dividir.
E as ondas quebrando nas pedras, que molhadas
refletem o brilho da lua que o sol usa como espelho
pra refletir toda sua vaidade.
Cenário perfeito pra toda
festa da arte possível
no imaginário.
Sidney Caetano Filho.
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