quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

“DA Janela” de Clara ao Instinto Poético de Lu”.

Da janela de “Clara”,uma luz clareia “Um querer”,quase utopia,eu o descrevi,puro amor.
Achei que embora também o querendo,não poderia ser mais que um sonho,de muitos,
mais tão somente um sonho.
Mas a luz que Clara ilumina,são possibilidades de amores correspondido,com sorrisos,cordialidade entre desconhecidos,amigos,uma aura sobre todos.
Guiado por tamanha claridade,encontrei um portal,na soleira um tapete que não ousaria pisar,
me convidou a faze lo,numa humildade em que “LU”o tecera. Parece que ouço a me guiar casa a dentro,suas mãos estendidas exalando um perfume,só encontrado em quem as tem para servi tal “Amor”,em seus textos,jóias garimpadas,ou em “Lu”, fonte natural do próprio. A luz do querer de “Clara, Clarinha”,que ama assim,ao “Instinto poético de LU”,
vejo uma ponte de duas mãos,onde a luz de “Lu”,encontra com as cores de “Clara”,
um “arco iris” de Amor,visualizado tão somente por quem carrega em si a luz do querer,mas explode,e o vento que pode vir,que o espalhe pelo ar,suave como o é,
partículas serão inaladas por muitos, que verão “ascender”
sobre suas cabeças, uma luz maior, a luz do amor.
Sidney Caetano Filho

E na TV.

Uma palavra é como o centro de um deserto.
e todo seu entorno,uma direção a ser tomada
na cabeça de um homem sem bússola!
Sidney Caetano Filho.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

??????????

Qual pequeno sou?
Como me sinto tão grande?
Chorando!
Sid cae ..Cae..

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Banzo

È saudades do berço da mãe,de seu colo,de seus cheiros,formas e tons.
Saudade de deitar sobre ela,com ela viver amor,lambuzar o corpo com sua lama,
curtir seu cio,engravida la com minha semente melhor,ver nossos frutos crescerem,
senti los nas mãos,nas narinas,na boca.
Amor,quase paixão,sem ciúmes . A dor da distancia,não e´dor de quem fora traído,
é dor de traidor,de quem abandona sem querer,de quem partiu amando,viajou em utopia,
e sonha viajando num retorno que não vem.
É banzo este querer,de deitar com ela outra vez,
ainda que em berço cavado,uma cova,
e saprófita,antes que me finde de vez,sentir parte dela.
Mas nem a cova,que sonhei como leito de amor,terei!..
E morro aos poucos de amor,nos braços de uma outra que não amo,
mas que com carinho me recebeu,e orgânico em breve serei.
Sidney caetano filho

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Viajar em mim.

Por alguns instantes sai de mim, viajei alto,
flutuei bem acima do que sou,
lá de cima,de outro prisma me vi.
Fui então mais alto,tão alto que já não me via mais,
tive medo,mais continuei
a flutuar cada vez mais distante de mim.
Achei me ascender ao topo de onde já mais cheguei,
nem mereci chegar,não vi estrelas no meu caminho,
nem nuvens eu vi.Senti saudades,mais continuei a viaja
no desconhecido caminho,levado por pensamentos
e devaneios,achei ter sido escolhido,estava então a caminho do céu?
Não,não estava, flutuei,ainda mais alto, flutuei.
Percebi então vultos bem acima de onde cheguei,
corri em direção onde os via,viajando pro alto em grande velocidade,
ainda muito distante de os alcançar,parei,exausto parei,
pude perceber com nitidez os pés de todo o mundo,quis alcança-los,
não consegui,por instantes quis beijar estes pés;
Mais cai bruscamente,de maneira tal, que mergulhei fundo em mim,
tamanha escuridão não imaginei existir,no escuro esbarei em coisas
que não distingui,senti cheiro diversos,muitos não agradáveis,
sabores estranhos senti,alguns amargos demais,outros muito ácido.
Fui mais e mais fundo. Como no cinema antes de começar a seção,
meus olhos foram se adaptando ao escuro,e ainda com dificuldade,
pude ver e ouvir,meus barulhos e monstros,fiquei tão impressionado,
que não consegui ver a beleza ali existente.Vi então uma luz distante,
onde focava um inerte corpo a espera. Voltar não é fácil,mas é preciso,
levando comigo lembranças de turista,e com elas a esperança de rever
os caminhos esteriótipos,que sem perceber,construiu aqui dentro,
um lugar a ser descoberto. Cheguei,com medo adentro este corpo,
que agora,deve buscar o equilíbrio de ser.
Sidney Caetano Filho.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Razão.

O tropeço numa virgula "mau", colocada no texto em que caminho,cáio num buraco,
e no susto da queda,tento me agarrar as paredes deste buraco escuro.
É grande o desespero, e as palavras que agarro,soltam letras a me derrubar,
cada vez mas fundo,neste escuro mundo,a procurar frases que eu entenda,palavras solidas,
mas não da pra pensar,são todas de puro instinto,sobreviver,continuar,lutar.
Mas caio agarrado no cansaço.
Aqui o fim,é única palavra.
O cansaço evaporou, indo se juntar a todas as outras
acima,onde um clarão me cega.
Desprende das paredes uma só palavra,"razão".
Que na queda ,bate em minha cabeça abrindo uma fenda.
Começar,escalar,aprender,querer,palavras que
penetram esta fenda,com o clarão que antes me deixara cego.
Razão é o começar a escalar, pra querer aprender ou aprender a querer.
Sidney Caetano Filho.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

UM NOME


Amanheceu,um dia especial,tão especial,que a data teria que ter um nome.
Levantei apressado e sai,no caminho o cheiro de um flor,era de um perfume que nunca antes senti,e pensei,tal perfume teria que ter um nome,um pássaro cantava em seu ninho,por analogia a ele me comparei,tal melodia teria um nome?
O barulho dos carros,sirenes e buzinas,em nada incomodava,parecia se mistura ao maravilhoso cantar do pássaro,que ficou quilômetros atrás a cuidar de seu ninho,e como maestro e seu som,com todos os outros barulhos,compunha a mais bela sinfonia,tal música teria de ter um nome.
Tudo que via,era só beleza,tal beleza teria de ter um nome,a chamei de amor,tal amor,também teria de ter um nome,o chamei de filho,e aquele que neste dia,tudo fez parecer maravilhosamente belo,também dei um nome,Áquila.
Sidney Caetano Filho.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

VÍCIO OU PAIXÃO ?

A primeira vez que meus lábios o tocaram me apaixonei,
O procurava nos bares,ou em outros lugares,que sabia poder encontra lo.
O casamento foi instantâneo e sem papel passado.
Um longo e doloroso relacionamento a seguir. Falava sempre,tu és o ar que respiro,esta impregnado em meu peito. Mas ele me sugava a vida,já não dava mais,quis dele me separar. Fiquei atordoado durante dias,sofrendo com a falta de anos de seu“convívio”. Velo em outros lábios foi minha perdição,o procurei nos bares onde o encontrava sempre,e ao encontra lo,humilhado quis voltar.Mas ainda não sei definir o que sinto,se não dores e o cansaço.E olhando o filtro que separa minha boca de seu precioso fumo,o comparo a uma pequena lingerie,que protege, mas não impede o imenso prazer do toque no corpo que aprecio.Acho que enlouqueci de vez. Maldito cigarro!
Sidney Caetano Filho.

NADA A DIZER

Se meu baixo ,Q.I ,não entender a burocrática explicação de “Freud”,buscarei respostas no exótico som de “Pink Floyd”.
Sidney Caetano Filho.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Respostas

Que importa? se esta viva ou morta,com ou sem rimas,quem mais
lê ou declama?Quem se importa se esta morta?
A filosofia vive,com ou sem rimas,e é melhor nos que se quer sabem o que é,
lhes é natural,são pensamentos em busca de respostas do seu cotidiano,
quando as encontram,não sabem se é filosofia,encontraram a verdade que precisam.
A poesia esta morta,sem melodia a muito morreu.
O poeta teimoso,amante de sua arte,tira seu sustento na feiras,onde em gritos rimados,tenta vender seus tomates,quase sempre mais caro que seus pobres poemas.
Quem se importa?..EU.
Sidney Caetano Filho

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Tão pouco

Gritos pra eu ouvir.
Sem pretensões de ser ouvido,grito ou falo,tão somente pra que a omissão não me deprima.
Se por ventura me ouvir,se o som destas palavras não vos agradar, critique, peça que me cale ou em chingamentos grite,grite,gritos pra eu poder ouvir.
Sidney Caetano Filho.