domingo, 1 de novembro de 2009

"Meu lugar"

Quando de lá sai, deveria ter deixado no portal, toda minha memória
Mas ficaram fragmentos.
O bastante pra saber que não pertenço a este lugar
Reconheço em alguns, o que nos é comum ,o lugar de onde somos.
Não lhes direi,ou direi.
O que importa?
Serei só mais um louco falando de amor,
Plantei aqui semente.
E então ele apareceu,.lindo, é cantei pra ele todos os dias, "Canção pra ninar“
Dormia no meu colo enquanto cantava “Divina comédia humana “
Quem disse, que um homem não pode achar outro bonito,
ou por ele se apaixonar?
Te vejo como é, “ Lindo”
Amigo maior
Companheiro de rock e rock
Soma do melhor.
Amor em corpo aqui crescido
Divisor de si
Motivo de ter vindo
Múltiplo de mim
Alegria de me sentir
seu
De senti lo
meu
Sidney Caetano Filho

domingo, 18 de outubro de 2009

"ULTIMO TEXTO"

Loteria de sorte , ou azar,sei lá
Vida desce .
Cachoeira de sangue entre as pernas de menina
Um “x”, e tudo seria diferente .
Teria culpa sua mãe,sendo portadora de um destes doente
se apaixonado por quem tem a doença do “x”?
Matemática, já não te cura
Genética que te explique
Probabilidade pequenina,
Mas você veio,e lhe parece em vão
Não verás branquear de seus cabelos,
nem terás o entristecer natural de mulher, ao ver rugas na face.
Um sangrar final,
Adolescência indesejada,
Morte avisada,
Anjo virgem
Hemofilia feminina.
Sorte ou azar?
Sidney Caetano Filho

domingo, 4 de outubro de 2009

Irmão mais velho, Q saco



Fotografia que mostra ao fundo paisagem alheia .
Vejo nela lembrança da distância.
É chegada a hora de esquecer a hierarquia infantil que dizia ser você a me proteger.
Venha com o que tens, esqueça malas e gravatas .
Volte com o que levou, bagagem preciosa, sorrisos lágrimas e emoções de quem fácil ama, e que dificilmente não é assim amado por quem foi agraciado por te lo conhecido.
Te quero aqui em paisagem nossa .
Não é poesia que te faço,não conseguiria
É só uma declaração do meu amor.
Sidney Caetano Filho.

sábado, 26 de setembro de 2009

Sombra de fobia maior.



Ela me disse,que eu era seu “porto seguro”.
Me envaideceu , e tomado por tamanha felicidade brinquei com ela dizendo, “se atraque em mim capitão”.


Ela enriqueceu meu pier com sua beleza e luz, mas parecia não perceber sua própria beleza.


Eu quis ser um pouco “estaleiro”, lhe mostra toda beleza que seus olhos não queriam ver.

E então, linda,e se sentindo assim, voltou seus olhos pro mar.
Deslumbrada por uma visão que o horizonte lhe oferecia.
Sonhos de navegar novos mares

De velas novas e com seu brilho natural, scuna de volta ao mar.
Um barco que não navega ,deixa de ser.
O mar é seu lugar.

De pier novamente vazio, com um sorriso amargo , fiquei a olhar sumir no horizonte.
Estarei aqui esperando que volte, linda como se foi
Um ser que não se apaixona ,deixa de ser, humano.

O amor é seu lugar, não sou um pier.
E lhe direi, não és um barco
Não precisa do mar !
Me faça,seu "peito seguro"
Se atraque em mim “MULHER”
Preciso de amor!
Sidney Caetano Filho

sábado, 12 de setembro de 2009

"CADE A PORTA "?

Onde estou?
Cade a porta ?
Tem muita luz aqui.
Tanta luz me deixa cego
Onde esta a escuridão de onde venho?
Onde esta a escuridão que me leva a sentir com o tato, a verdadeira dimensão de tudo?
Onde esta o cheiro, que de olhos fechados me leva de encontro ao instinto?
Que luz deixei me cegar?
Luzes de ilusão
Luzes artificiais
Cade a porta onde deixei a claridade da escuridão se perder?
Cade a escuridão,onde uma só luz me guia sem tantas outras a me confundir?
E lá que esta a luz de minha verdade.
Cade a porta?
Sidney Caetano Filho

sábado, 5 de setembro de 2009

TINTA FRESCA


Por impulso,roubei seus lábios com um beijo
Os carrego como cobertura dos meus
A noite e a tela
De uma fotografia
lhe tiro a roupa em minha imaginação, e pinto
A musa a noite é ela
Tinta, pincéis e cores
Tão linda imagem,que todas cores
se juntam, me dando um branco de amor
Loucura de desejos meus
Quando acordo
Onde estão meus lábios?
Colado ao seus
Onde estão seus lábios que pintei na tela?
Colado ao meus
E a tela?
Cara,a tela...
Tinta fresca...
Um beijo...
Sidney Caetano Filho

sábado, 29 de agosto de 2009

“Minha fraqueza”



Mania de grandeza,
Talvez,mas quero ser mais
Quero evoluir
Quero te ver de baixo pra cima.
Quero te ver tão alto que você não consiga me enxergar
Te quero tao maior,que seu cheiro tome meu ar
quero te ver acima, muito acima do que sou
Te quero brilhante,quero ser só mais um,entre tantos a te olhar.
Tantos que você não consiga mais lembra de minha existência
Quero sorrir feliz com sua alegria.
e te amar cada vez mais,mais e mais.
Ainda que você esteja cada vez mais e mais distante
Quero mais,quero te deseja e não ter,
quero te amar e nem por isso ser amado.
Quero chorar de alegria ao te ver tão grande a ponto de poder escolher
entre muitos outros melhores
Quero evoluir
Mas é só um querer
Sou normal
Talvez amanha
Agora quero você na minha medida
Te ver de igual pra igual
Deseja e te ter
Beijar e ser beijado
Amar e ser amado
Quero você
Me perdoe o egoísmo.
É que me apaixonei
Sidney Caetano Filho

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

"CARNE EM DECOMPOSIÇÂO"



AMOR
Qual tosco orgão humano receberia tal nome?
E qual vulnerável o seria?
Se tão fácil se contamina,
por vírus do desejo, bactérias da paixão
Tal orgão não mudaria de nome ao se inchar,
causando a seu dono tão grande dor , e delírios
que não o permita querer a cura.
Qual Carne canibal não comeria,de tão amargo sabor?
Certo teria tal nome
“AMOR”
Sidney caetano filho

sábado, 22 de agosto de 2009

"Eus, NóS Eus!"



Não poderia ser diferente esta relação,e a quero assim.
Ele aparece quando ela já cansou de ficar
Ela vai embora sem reclamar
Eu as vezes quero que ela fique,mas os dois
não podem estar ao mesmo tempo comigo.
Ela sai, ele chega devagar.
De dois em dois dias ele vem
Na estrada não posso te lo sempre
Então quando ele chega, já parei em algum lugar
A noite, de banho tomado,cama feita ,o espero sem pressa na cabine do caminhão
Ela vai saindo,sabe que é imprópria sua presença
Ele vai chegando, me encontra deitado e me toma
De manha ela chega absolutamente dona de mim.
Ele já se foi, oito horas de prazer.
E dela que gosto mais,mas não posso viver sem ele.
Algumas vezes ele aparece antes que eu o queira,
brigo com ele, tento fazer com que vá embora ,insisto pra que ela fique.
Muitas vezes ele me colocou em perigo, quando chega é mais forte ,
me pega em qualquer lugar, de qualquer jeito e me possui.
Quando estou em casa dificilmente brigamos,
Ela sai, e eu me entrego com prazer ao “Sono”,
que saciado me devolve a “Insonia” de manha,
Sidney caetano filho

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ouça!


The
Sounds
of silence

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Alguns heróis estão Vivos.

É preciso ir em frente,o que passou ,passou!
Mas é necessário levarmos pra este maravilhoso futuro
um livro embaixo do braço, “Passado”.
É pra amanha não nos sentirmos dementes inocentes
a dizer , não sabíamos o que podia nos acontecer!
E nossos Heróis armados com Arte e Voz,cantarão
música que não saberemos o que quer dizer.
Esta é uma pagina deste livro,
e como podem ver.;
“Tem lindas Histórias”!
Sidney Caetano filho

“Letra de uma Linda Canção”
O MEDO DE AMAR È O MEDO
Beto Guedes -Fernando Brant

O medo de amar é o medo de ser
Livre para o que der e vier
Livre para sempre estar onde o justo estiver

O medo de amar é o medo de ter
de a todo momento escolher
com acerto e precisão
A melhor direção

O sol levantou mais cedo e quis
em nossa casa fechada entrar
pra ficar

O medo de amar é não arriscar
Esperando que façam por nós
O que é nosso dever
Recusar o poder

O sol levantou mais cedo e cegou
O medo nos olhos de quem
foi ver tanta luz

sábado, 27 de junho de 2009

"Pássaro,cães, Liberdade"

Vira latas na calçada,
se viram, e viram latas quase sempre em vão.
Vôo perfeito, pássaro indiferente ao patê de Madame no asfalto.
Carne , couro,vísceras e coleira fina, frivolidade.
Pneus que levam pedaços em seus frisos.
Pássaro perfeito ignora presa fácil,já presa na estrada.
Vira latas não se viram em tal situação,
se furtam nunca se fartam , vivem liberdade plena
e morrem em lugar seguro ao pássaro,
que paciente espera o tempo em seu tempero.
E o pássaro em seu sentir, delicioso aroma espera avisar.
Hora da refeição.
Bom apetite urubus.
Sidney Caetano Filho.

domingo, 21 de junho de 2009

Em extinção! Ou extinta?

Pulei o muro da escola na aula de Português
é que não queria fazer prova da chatíssima O.S.P.B
[ Organização Social e Politica Brasileira]
Mas voltei e chequei a tempo de aprender um pouco da extinta
matéria E . M. C [Educação Moral e Cívica]
Desperdício.
Sidney Caetano Filho

sábado, 20 de junho de 2009

Silêncio em elevado volume




É tão grande o silencio, que ouço o som de meus pensamentos.
Tantas perguntas sem respostas, tantas respostas pra uma mesma pergunta.
Pensamentos gritantes, é infernal o barulho que fazem.
Procuro em desespero algo que possa abafar todos eles,
mas esta tudo parado, nada se move.
Ando de um lugar para outro,
já não da pra suporta tamanha dor.
Fones nos meus ouvidos e encontro assim,
a paz silenciosa do meu interior, no mais alto barulho Rock.
Sidney Caetano Filho.

terça-feira, 16 de junho de 2009

In SIGNO Ficante!

Não tenho signos ,nem os quero
Os astros não me dizem nada,
o sol me queima pra que não me esqueça
que é uma estrela , e a lua não tem luz própria!
A terra me diria palavrões com toda sua indignação.
Eles não falam nada, e se falassem,
eu teria que viver milênios
pra ouvir o que de muitos anos luz de distancia,
“Saturno” me diria na velocidade do som .
Sidney Caetano Filho

domingo, 14 de junho de 2009

Música certa ,“sexta feira a noite em Vitória.”



Cara que frio,não bastasse ainda uma chuva que me parecia eterna.
Ligo o rádio e ...
Lobão!
Chove la fora e aqui faz tanto frio.
Me da vontade de saber, aonde esta você?
Me telefona , me chama, me chama, me ch amaaaaaaaaaaa.
Nem sempre se vê, lágrimas no escuro, lágrimas no escuro.
Cade você?
Sidney Caetano Filho

quinta-feira, 11 de junho de 2009

“Abstrato”

Em quadrados, triângulos obedientes se fecham em círculos,
formando estrelas que adornam peito de generais no pentágono.
Não me nasceram sisos, e o juízo perdi cariado na boca da noite.
Então dou pinceladas de ausência de cor sobre todas as cores,
e me vejo num retrato em preto e branco.
Arte de gosto duvidoso.
Sidney Caetano Filho

sábado, 6 de junho de 2009

Mudando o rótulo, mudaria o sabor do suco?

E o suco que antes era doce e energético
agora é amargo e venenoso.
E trocando o título mudaria o texto?
O texto que era de sonhos e liberdade,
no trocar de título passa ser de pesadelos
e delírios de prisão .
Quantas possibilidades de interpretação
pode ter um texto?
Assim sendo, troco o título e mantenho o texto.
Eis ai o texto e seu novo título.
Não sei como se escreve, mas acho que é assim que os ouço dizer
“CRAQUE”
Pedra filosofal, pó da estrada ,fumaça de viagens insólitas
que não se quer deixar evaporar.
Viagens pra nenhum lugar, fumaça a te levar
Pedra de filosofias fúteis,pedra moeda,
pedra barata,pedra em fogo.
Um “barato” muito caro
Filosofia gratuita,sem dono!
Moeda de esquinas!
“Pedra preciosa”!
Preço de jóias
de roubos
e meninas.
Sidney Caetano Filho

domingo, 31 de maio de 2009

"PEDRA FILOSOFAL"

Pedra filosofal, pó da estrada ,fumaça de viagens insólitas
que não se quer deixar evaporar.
Viagens pra nenhum lugar, fumaça a te levar
Pedra de filosofias fúteis,pedra moeda
pedra barata,pedra em fogo.
"Um Barato" muito caro
Filosofia gratuita,sem dono!
Moeda de esquinas!
Pedra preciosa!
Preço de jóias
de roubos
e meninas.
Sidney Caetano Filho

domingo, 24 de maio de 2009

PORÇÃO “X”

A maior dor da masculinidade é a dor de segurar as
lágrimas que sua debilidade não permite expor .
Como se fosse torna lo menos másculo.
E em tamanha fragilidade foge desta dor.
Clama por morfina que é pra não senti la,
é arrogante demais para deseja uma porção menina,
pra aprender com ela um pouco dessa essência .
Vitamina que as tornam mais forte, forte demais pra chorar sem medo
Não quero anestesia , me de um pouco desta porção ,
a porção que me faça menos lúcido pra querer a dor,
sem a qual, saberei só metade de uma verdade!
Quero sentir a dor, este sabor!
Quero uma porção menina!
Quero a doçura desta amarga porção,que por covardia
cuspi antes que todo seu sabor me tomasse.
Me de um pouco desta porção, uma dose homeopática,
minha fragilidade masculina não suportaria tamanha
força!
Força pra dizer, te amo do fundo de alguma coisa qualquer,
dentro desta massa cinza.
Que em cinzas não quero saber ser transformada,
sem antes sentir o total sabor desta dor.
Sidney Caetano Filho;

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Física???"

Qual a menor distância entre dos pontos?
Ponto “A” ética, ponto “B” ascensão.
Numa reta cuja fila indiana se atropela, se acotovela , usando outros como passarela para mais rápido chegar a seu objetivo, Pergunto!
Na retidão de um caráter , a menor distância entre estes dois pontos , não seria uma curva ?
Ou uma fuga, em sentido oposto a tudo, o que o envergonha?
Sidney Caetano filho!

sábado, 16 de maio de 2009

Passar borracha!

Caminhar sempre em frente .
Esquecer o abismo em que desavisado cai ,
e como o mundo é redondo, cair nele outra vez!
De olhos vendados, pra que me serviria retrovisores?
Se minha cegueira não é natural,é óbvio minha opção
por repetir velhos erros!
Sidney Caetano Filho.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

“Pura Loucura”

Me apaixonei por outra mais pura.
Vai embora, não te quero mais.
Acordar e senti la, e só me esquecer de você quando durmo
e ainda sim vens me visitar em pesadelos .
Agora chega, não te amo, vai embora, me deixe,
quero outra em seu lugar, você me enganou.
Tudo o que foi maravilhoso quando sonhava ter de você melhores dias,
não aconteceu!
O que aconteceu de melhor foi meus sonhos de um futuro
que hoje presente me decepciona com sua ética volúvel.
Você é cruel, trapaceira, injusta.
Vai embora e não volte mais,
quero outra em seu lugar.
Aparentemente mais feia, infinitamente mas pura,
me apaixonei por sua inocência eternamente virgem..
Não a tenho por completo,
mas sinto que esta cada a dia mais próxima.
Preciso te esquecer, ela não se casará comigo
se sentir você por perto.
Vai Senhora “Realidade”, não te quero mais.
Quero como companheira a mais bela e desejada inocência,
me casarei com a Senhorita “Loucura“.
Teremos como frutos, insanos devaneios.
Vai Realidade,não volte,não me lembrarei de você.
Em você sem saber, viverei com outra, a felicidade.
Sidney Caetano Filho.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ato incompleto!

Falta música no ar.
Tapetes trincados, roseiras ressequidas.
Emoções a procurar.
Cactos afogados ,deserto vivo, deserto triste.
Respostas sem perguntas em pensamentos alheios,
falta música no ar.
Dor sem hematomas, cicatrizes invisíveis.
Traumas de quem ficar.
Culpa para os que o ama,
desdém dos desconhecidos.
Falta música no ar!
Cadeira pra não sentar,
um trampolim, cadeira abandonada.
Arte pra poucos contemplar, e a estes
a impressão que falta música no ar.
Quantos centímetros tem a corda,
do tronco ao pescoço do pêndulo
que ainda balança?
E falta música no ar.
Sidney Caetano Filho.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

"Falta de imaginação"

Quero um “VAN GOGH”!
Quero sua arte maior,
sua maior expressão de amor.
Onde encontra esta obra?
Qual sera seu preço?
Quero pendurar em lugar
de destaque, majestosa
a orelha do mestre.
Linda orelha do amor!
Quero ler os poemas de “ANCHIETA”
os que as ondas levaram.
Em que mar,de qual oceano encontrarei
pedaços de letras,ou palavras inteiras
pra eu brincar de quebra cabeça?
Talvez no silêncio da noite
onde quebram as ondas nas pedras
consiga distingui neste maravilhoso barulho,
o som dos poemas que generosamente
o mar vem declamar e comigo dividir.
E as ondas quebrando nas pedras, que molhadas
refletem o brilho da lua que o sol usa como espelho
pra refletir toda sua vaidade.
Cenário perfeito pra toda
festa da arte possível
no imaginário.
Sidney Caetano Filho.

sábado, 25 de abril de 2009

"Saudades Do Primário"

Fardados tapados,embebecidos por uma música todo dia cantada.
Inocentes iguais, cantavam o sagrado hino.
Poderiam declama lo com todas as suas palavras,
por nenhum deles usadas,
decoradas por todos, desconhecidas da maioria.
Emocionados olhavam subir em cores fortes um
símbolo de pano com um lema,cuja palavra “Ordem”não parecia
significar organizar, mas obedecer sem questionar!
Sidney Caetano Filho!

domingo, 19 de abril de 2009

sábado, 18 de abril de 2009

“Rock a inspirar”

Expirar,inspirar,respirar!
Respiro o “ROCK”, que em transe me inspiro em insanidades que escrevo!
Expiro palavras em zero glota que é pra alguém inspirar, ou espirrar.
Já não sei quando sou música ou dança.
Sou puro rock!
Sei que quero ser total domínio a deixar me dominar!
Respiração em ritmo da dança que a musica me leva,natural,
sem coreografia,puro inspirar.
Expirando expressões de quem não quer falar,
só cumprir o complexo ato de respirar!
Sidney Caetano Filho.

domingo, 12 de abril de 2009

"Anatomia"

Em mesa fria,tento descobri em fatias,vestígios de um tal amor,
mesa em sangue corada,finas fatias de coração numa sala de anatomia!
Uma lavagem a seco,em choque,lobotomia,
encéfalo perfeito para ser novamente usado!
Um ser vivo,ou quase,pronto pra ser manipulado.
E esta nossa maravilhosa "democracia",marca de um bom detergente,
que nos da o direito de escolher coisa alguma.
Ilusionismo,que nos mostra as mãos,
preenchendo vazio desta assepsia !
Partidos em busca do poder ditador de quatro anos,
que são donos dos mandatos de quem escolhemos,
dentre aqueles por eles escolhidos.
Não pode nestes existir amor pátrio,
para eles um trapo pintado que nos postamos!
Quantos lemas mais virão como cortina para nosso manuseio?
Brasil,ame ou deixe o!
Acho que estou falando de um passado,ou não?
Cães com correntes arroxadas,saltitantes quando delas libertos,
abanam o rabo dentro do quintal de muros altos.
Amor,não encontrarei nestes,
ainda que lhes esfarele
os corações!
Sidney Caetano Filho

sábado, 11 de abril de 2009

Soberba verdades!

Há muitos anos estive aqui!
Um lugar tão longe de ti ,que até mesmo sua imaginação não chegaria.
Mas qual de vós ousaria?...sei que muitos!
Trazendo com eles um trapo,buscando um lugar para tomar posse.
Em busca talvez de um epitáfio,”Não há coisa alguma aqui idiota.”
Já sabias quando aqui quis vir,viajo ati em grande velocidade,
sou apenas o brilho de algo que não existe mais.
Sou o brilho de uma estrela morta!
Verás meu brilho,até que o seu se apague!
Sidney Caetano Filho

domingo, 5 de abril de 2009

“POR INTEIRO!”

De aparência rastejante vai evoluindo!
Quer se ver alem do infiel espelho,
que não te mostra as costas com a perfeição
que sua mentirosa face.
Quer apresentar aos que ama,seu monstro!
Olhando seus olhos,
nos seus altos,o que com palavras não conseguir,
mas não terais o prazer de toca los. Não quer
que o contato com seus calos e cicatrizes os incomode,
não os beijará, para que tamanho asco,não lhes cause vómito.
Quer se mostra além do casulo,o quanto é!
Se no eclodir do mesmo, lhes aparecer algo mais feio que o próprio,
só a verdade de seus conceitos será vista!
Ou mentira,que importa?
Dentro do casulo,há ainda uma larva.
Uma larva que ama não quer se mostra
sem que saibam seu passado.
Seria mais fácil ser amada borboleta.
Mas quer amor por inteiro,
lagarta,larva e seu provisório casulo.
Melhores faces de uma borboleta!
Sidney Caetano Filho.

sábado, 4 de abril de 2009

"COMO NA LENDA , A VERDADE"

Perdi a fé no bandido,perdi a fé na policia ,
Perdi a fé no cachorro,perdi a fé na melhor amizade,
perdi a fé nos insetos e nos inseticidas,
como recomeçar se perdi a fé no começo?
Perdi a fé no fim,perdi a fé na natureza ,
perdi a fé no artificial,perdi a fé nas pessoas!
Perdi a fé no homem e na mulher, perdi a fé na fome e na fartura,
perdi a fé no amor e no ódio, perdi a fé na vida e na morte,
perdi a fé em mim. Continuei,mas sem fé em tudo abaixo de Deus,
Então esperança , como a “lenda da fênix”
reapareço das cinzas pela “Verdade”.
Não perdi a fé no mais importante,
sua luz clareia os atalhos escuros que por
preguiça percorri . E o que perdi foi a inocência ,
talvez consiga ver o humano no bandido.
Entender porque fui mordido por meu melhor amigo o cão,
acreditar na razão dos insetos e na necessidade inseticidas,
acreditar na natureza e no fim natural.
Acreditar na morte de muitos , ter fé na vida,
pra ter e ver as imperfeições de tudo,observando me
em primeiro lugar. A vida vem com a luz de esperança
e com essa luz recupero a fé em mim.
Senhor,se um dia minha memoria se for,
que eu esqueça meus maiores amores,
e toda minha historia,e ainda que sem referência,
tendo esquecido meu próprio nome,
te ame milhões de vezes mais,
me de senhor o privilégio de jamais esquece-lo.
E mesmo parecendo absolutamente louco,
e sem saber qual motivo,mas com toda fé
na razão de assim fazer,de minha alma
contente agradeça, Muito obrigado
por tudo,qualquer que seja este tudo.
MUITO OBRIGADO!
Sidney Caetano Filho

sexta-feira, 27 de março de 2009

"MEU NICHO"

Aqui meu nicho,não vou embora.
Aqui é o nicho do bicho!
Não vou embora,vou passear por aqui.
Sou bicho do lixo!
Meu nicho não fiz,sou seu fruto.
Aqui sou bicho,naturalmente não natural.
Vou brindar por aqui,com resto dos sucos
que divido com meus amigos insetos.
Vou ficar por aqui,não quero sair do país!
Meu lixo é aqui,sou parte dele.
Aqui no meu nicho sou bicho feliz,
fartura por aqui!
Os rios me tem,nos mares me encontro
aqui sou lixo abundante,
estou na cabeça de governante!
E a formiga distraída não percebe
que passeia por ali com toda sua sutileza o elefante!
E daí? Que tem a ver estes dois com com isto?
Não fazem parte do meu nicho!
O meu lixo é aqui !
Não vou sair do país!
Sidney Caetano Filho.

domingo, 22 de março de 2009

Gosto.

[Quem perdeu o trem da história por querer,
foi mais um covarde a se esconder diante de um novo mundo]
" Beto Guedes"

sábado, 21 de março de 2009

FALANDO....}

Assim como eu,todos querem falar!
Não tenho pretensão de fazer poesias!
só quero falar o que penso!
Nem tão pouco de ser ouvido, só ter a certeza que tentei lhes falar,
e pensar no que falo. Se numa multidão
alguem me escutar,ainda que não tenha me ouvido,
terei evoluído??
Ninguém quer falar em vão!
Confesso,por puro egoismo agora quero ouvir!
Se numa multidão de pessoas falando,conseguir ouvir uma só,
quem sabe, não estarei me ouvindo.
Sidney caetano filho

quarta-feira, 18 de março de 2009

“LIBERDADE DE EXPRESSÃO!”

Em cálcio crânio claustro construído,encéfalo detido,
neurônios mortos, outros tantos tortos,vãos de vazios.
Aneurisma escolhido,paisagem morta!
Rios de sangue,onde nadam seres melhores,
bactérias anaeróbicas,assexuadas.
Musgos, verde musgo.
Cinza massa em cinzas.
Cinzas ao vento
Cinzas libertas.
Ideias mortas!
Sidney Caetano Filho.

sexta-feira, 13 de março de 2009

"Alquimistas do amor"

Acho que entrou pelos poros sedentos,áridos,ou num olhar.
Segurança distraída,não notou o que o invadia,atingiu os vasos,
e de repente veias e artérias estavam a leva lo rumo a um coração duro,
tão somente uma bomba a pulsar,
sempre a explodir com as mais diversas fórmulas vindas do andar de cima,
onde seu dono um alquimista,ao cruzar com um olhar,
pois a misturar em seu laboratório,
substancias das quais muitas ninguém conhece.
O olhar que com ele cruzou,sentiu logo esta química,
e começou também uma desenfreada mistura,
alucinógenos como éter,eloquentes como clorofórmio,
doce como alfazema,no cheirinho dos adolescentes.
Lenços encharcados narinas secas,
lenços secos narinas molhadas.
No laboratório o frasco de um produto puro,
é tão simplesmente diluente para que se faça a mais desejada fórmula,
onde adrenalina misturada a hormônios juvenis e outros,paixão ,desejo,
ciume e tesão,a ele se dilua, dando a toda esta mistura o seu nome em vão!
Olhos nos olhos,o tempo passou,rotina,trabalho,
os alquimistas não procuraram manter a fórmula,agora acabou.
Como rápido vai embora o efeito desta droga juvenil,deixando marcas
e o inocente sentimento,de bons tempos,paz e amor.
Os alquimistas não sabem,como não sabem os adolescentes
o dano que a tão desejada química lhes causou .
Discutem o acontecido, falam do bem querer,
das preocupações que ambos tem e terão,um com o outro.
Toda química passou,serão “só” amigos,um diz para o outro,o amor acabou!
De toda esta mistura,sobrou somente o produto diluente,que na abstinência
de toda esta química,os ex “amantes” alquimistas sequer notaram ou notarão,
que este bem querer,este carinho,é o diluente que não evaporou;
Este produto chamado amor!
Lenços molhados narinas ressecadas,olhos secos retinas danificadas!
Sidney Caetano Filho
,

segunda-feira, 9 de março de 2009

"Olhares libidinosos"

Algo agarrado na garganta, olhos bem abertos,
segurando o que sabia ser inevitável!
Na cama umas poucas peças para ser cuidadosamente postas na mala.
Sai de cena,fui parar na sala,recordando tanto em tão pouco tempo.
Já no aeroporto,emoção total, tentei falar,olhei nos seus olhos e achei ver o meus.
Tudo em volta nos era totalmente alheio ate então, olhei suas mãos tão calejadas quanto
as minhas, quatro mãos se arranhando em carinhos.
Que passaram para o rosto,um a tentar inutilmente a enxugar no outro lágrimas que caiam de dois homens. Olhares libidinosos a nos observar, nosso tempo se tornava cada vez menor,
e não sabíamos dizer mais nada senão,te amo, eu também,te amo,eu também.
Ultima chamada!
Achei melhor ir embora,um abraço muito forte,
beijos na face,na testa,não me lembro quantos.
Ele me entregou uma fotografia,me virei e sai apressado.
No caminho de casa,olhei a fotografia,era muito velha,
crianças brincavam num quintal do interior,
nos reconheci junto aos outros!
No verso deixou escrito.
Cuide bem de nossos valores,
cuide de nossos bens,cuide bem de nossos amores!
A foto que levo comigo são de nossos velhos pais. Cuide deles também!
São eles os responsáveis,por tanto amor nesta família que temos!.
Sidney Caetano Filho.

quinta-feira, 5 de março de 2009

ERMO " sou"!

Ermo;
Atirando assim,com palavras sem nexo.
Sou misto ,'”mestiço”, sou branco e preto,sou arco iris invisível .
Promíscuo virgem.
Sou cão que ladra,sou homem que morde.
Sou o passado recente de uma borboleta,sou seu futuro,não sou seu presente!
Pioneiro de um projeto ultrapassado,sou ”Visionário vesgo”!
Da garrafa de rótulo desbotado, sou o líquido.
Alguns dizem ser muito valioso,mas nunca provado
permaneço contido.
Um desastrado que deveria ser chamado de” meu amo”,talvez me liberte sem querer.
Quebrando o ate então meu contidente.
E como também não sou o gênio da garrafa,
lhe deixarei de presente, os cacos que me continha e o vinagre que me transformei.
Sou busca, “Seu encontro acidental”.
Sidney Caetano Filho.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

“DA Janela” de Clara ao Instinto Poético de Lu”.

Da janela de “Clara”,uma luz clareia “Um querer”,quase utopia,eu o descrevi,puro amor.
Achei que embora também o querendo,não poderia ser mais que um sonho,de muitos,
mais tão somente um sonho.
Mas a luz que Clara ilumina,são possibilidades de amores correspondido,com sorrisos,cordialidade entre desconhecidos,amigos,uma aura sobre todos.
Guiado por tamanha claridade,encontrei um portal,na soleira um tapete que não ousaria pisar,
me convidou a faze lo,numa humildade em que “LU”o tecera. Parece que ouço a me guiar casa a dentro,suas mãos estendidas exalando um perfume,só encontrado em quem as tem para servi tal “Amor”,em seus textos,jóias garimpadas,ou em “Lu”, fonte natural do próprio. A luz do querer de “Clara, Clarinha”,que ama assim,ao “Instinto poético de LU”,
vejo uma ponte de duas mãos,onde a luz de “Lu”,encontra com as cores de “Clara”,
um “arco iris” de Amor,visualizado tão somente por quem carrega em si a luz do querer,mas explode,e o vento que pode vir,que o espalhe pelo ar,suave como o é,
partículas serão inaladas por muitos, que verão “ascender”
sobre suas cabeças, uma luz maior, a luz do amor.
Sidney Caetano Filho

E na TV.

Uma palavra é como o centro de um deserto.
e todo seu entorno,uma direção a ser tomada
na cabeça de um homem sem bússola!
Sidney Caetano Filho.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

??????????

Qual pequeno sou?
Como me sinto tão grande?
Chorando!
Sid cae ..Cae..

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Banzo

È saudades do berço da mãe,de seu colo,de seus cheiros,formas e tons.
Saudade de deitar sobre ela,com ela viver amor,lambuzar o corpo com sua lama,
curtir seu cio,engravida la com minha semente melhor,ver nossos frutos crescerem,
senti los nas mãos,nas narinas,na boca.
Amor,quase paixão,sem ciúmes . A dor da distancia,não e´dor de quem fora traído,
é dor de traidor,de quem abandona sem querer,de quem partiu amando,viajou em utopia,
e sonha viajando num retorno que não vem.
É banzo este querer,de deitar com ela outra vez,
ainda que em berço cavado,uma cova,
e saprófita,antes que me finde de vez,sentir parte dela.
Mas nem a cova,que sonhei como leito de amor,terei!..
E morro aos poucos de amor,nos braços de uma outra que não amo,
mas que com carinho me recebeu,e orgânico em breve serei.
Sidney caetano filho

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Viajar em mim.

Por alguns instantes sai de mim, viajei alto,
flutuei bem acima do que sou,
lá de cima,de outro prisma me vi.
Fui então mais alto,tão alto que já não me via mais,
tive medo,mais continuei
a flutuar cada vez mais distante de mim.
Achei me ascender ao topo de onde já mais cheguei,
nem mereci chegar,não vi estrelas no meu caminho,
nem nuvens eu vi.Senti saudades,mais continuei a viaja
no desconhecido caminho,levado por pensamentos
e devaneios,achei ter sido escolhido,estava então a caminho do céu?
Não,não estava, flutuei,ainda mais alto, flutuei.
Percebi então vultos bem acima de onde cheguei,
corri em direção onde os via,viajando pro alto em grande velocidade,
ainda muito distante de os alcançar,parei,exausto parei,
pude perceber com nitidez os pés de todo o mundo,quis alcança-los,
não consegui,por instantes quis beijar estes pés;
Mais cai bruscamente,de maneira tal, que mergulhei fundo em mim,
tamanha escuridão não imaginei existir,no escuro esbarei em coisas
que não distingui,senti cheiro diversos,muitos não agradáveis,
sabores estranhos senti,alguns amargos demais,outros muito ácido.
Fui mais e mais fundo. Como no cinema antes de começar a seção,
meus olhos foram se adaptando ao escuro,e ainda com dificuldade,
pude ver e ouvir,meus barulhos e monstros,fiquei tão impressionado,
que não consegui ver a beleza ali existente.Vi então uma luz distante,
onde focava um inerte corpo a espera. Voltar não é fácil,mas é preciso,
levando comigo lembranças de turista,e com elas a esperança de rever
os caminhos esteriótipos,que sem perceber,construiu aqui dentro,
um lugar a ser descoberto. Cheguei,com medo adentro este corpo,
que agora,deve buscar o equilíbrio de ser.
Sidney Caetano Filho.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Razão.

O tropeço numa virgula "mau", colocada no texto em que caminho,cáio num buraco,
e no susto da queda,tento me agarrar as paredes deste buraco escuro.
É grande o desespero, e as palavras que agarro,soltam letras a me derrubar,
cada vez mas fundo,neste escuro mundo,a procurar frases que eu entenda,palavras solidas,
mas não da pra pensar,são todas de puro instinto,sobreviver,continuar,lutar.
Mas caio agarrado no cansaço.
Aqui o fim,é única palavra.
O cansaço evaporou, indo se juntar a todas as outras
acima,onde um clarão me cega.
Desprende das paredes uma só palavra,"razão".
Que na queda ,bate em minha cabeça abrindo uma fenda.
Começar,escalar,aprender,querer,palavras que
penetram esta fenda,com o clarão que antes me deixara cego.
Razão é o começar a escalar, pra querer aprender ou aprender a querer.
Sidney Caetano Filho.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

UM NOME


Amanheceu,um dia especial,tão especial,que a data teria que ter um nome.
Levantei apressado e sai,no caminho o cheiro de um flor,era de um perfume que nunca antes senti,e pensei,tal perfume teria que ter um nome,um pássaro cantava em seu ninho,por analogia a ele me comparei,tal melodia teria um nome?
O barulho dos carros,sirenes e buzinas,em nada incomodava,parecia se mistura ao maravilhoso cantar do pássaro,que ficou quilômetros atrás a cuidar de seu ninho,e como maestro e seu som,com todos os outros barulhos,compunha a mais bela sinfonia,tal música teria de ter um nome.
Tudo que via,era só beleza,tal beleza teria de ter um nome,a chamei de amor,tal amor,também teria de ter um nome,o chamei de filho,e aquele que neste dia,tudo fez parecer maravilhosamente belo,também dei um nome,Áquila.
Sidney Caetano Filho.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

VÍCIO OU PAIXÃO ?

A primeira vez que meus lábios o tocaram me apaixonei,
O procurava nos bares,ou em outros lugares,que sabia poder encontra lo.
O casamento foi instantâneo e sem papel passado.
Um longo e doloroso relacionamento a seguir. Falava sempre,tu és o ar que respiro,esta impregnado em meu peito. Mas ele me sugava a vida,já não dava mais,quis dele me separar. Fiquei atordoado durante dias,sofrendo com a falta de anos de seu“convívio”. Velo em outros lábios foi minha perdição,o procurei nos bares onde o encontrava sempre,e ao encontra lo,humilhado quis voltar.Mas ainda não sei definir o que sinto,se não dores e o cansaço.E olhando o filtro que separa minha boca de seu precioso fumo,o comparo a uma pequena lingerie,que protege, mas não impede o imenso prazer do toque no corpo que aprecio.Acho que enlouqueci de vez. Maldito cigarro!
Sidney Caetano Filho.

NADA A DIZER

Se meu baixo ,Q.I ,não entender a burocrática explicação de “Freud”,buscarei respostas no exótico som de “Pink Floyd”.
Sidney Caetano Filho.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Respostas

Que importa? se esta viva ou morta,com ou sem rimas,quem mais
lê ou declama?Quem se importa se esta morta?
A filosofia vive,com ou sem rimas,e é melhor nos que se quer sabem o que é,
lhes é natural,são pensamentos em busca de respostas do seu cotidiano,
quando as encontram,não sabem se é filosofia,encontraram a verdade que precisam.
A poesia esta morta,sem melodia a muito morreu.
O poeta teimoso,amante de sua arte,tira seu sustento na feiras,onde em gritos rimados,tenta vender seus tomates,quase sempre mais caro que seus pobres poemas.
Quem se importa?..EU.
Sidney Caetano Filho

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Tão pouco

Gritos pra eu ouvir.
Sem pretensões de ser ouvido,grito ou falo,tão somente pra que a omissão não me deprima.
Se por ventura me ouvir,se o som destas palavras não vos agradar, critique, peça que me cale ou em chingamentos grite,grite,gritos pra eu poder ouvir.
Sidney Caetano Filho.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

É DE GRAÇA

Quanto custa?

Ela chegou assim,sem motivos aparente,foi invadindo e expandindo,estava despida,
com um cheiro só seu , num lugar que de especial só mesmo com sua chegada,
sem centavos nem palavras . O sorriso era todo meu,eu estava assim,despido de qualquer vaidade,absolutamente vazio,tão vazio que absorvi por inteiro o que me viera sem ônus.
Por tanto tempo a procurei,quis ser visto,me vesti de finas roupas,me perfumei com aromas que a todos agradavam,fui o profissional que todos queriam, mas não a conquistei .
Vesti o que me era mas confortável , tão somente com o cheiro de frescor de um bom banho,passei a ser o profissional que eu queria ser , e de graça ela me apareceu .
A felicidade é gratuita, pena termos de pagar tão caro pra tristeza ir embora.
Sidney Caetano Filho

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Parece tarde

Regozijar

Torci fervorosamente,quase enfartei,mas na ultima curva ,Felipe foi ultrapassado.Passaram se alguns dias,ate que os americanos elegeram o primeiro Presidente Negro naquele pais, voltei à curva onde outrora nenhum negro conquistara, gozei com vitória Louis Hamilton,em um esporte em que “Formula única” fora sempre branca,abra te porta,“libertas que sera tamen”,sinto me orgulhoso de fazer parte desta raça,“Raça humana”.O sonho vai , ainda que em lentos passos,sendo realizado.
Sidney caetano filho.

domingo, 25 de janeiro de 2009

medo

Medo de mim,

Olhe pra mim,quero me ver!
Quero você meu espelho. Seus olhos visto por mim,
refletem um pouco do que sou para mim e tudo que sou pra você .
Qual de nós enxerga minha verdade?
Olhe pra mim,serei mesmo assim,.seu medo me assustou. Seu sorriso me alegrou,suas lagrimas me fizeram chorar.

sábado, 3 de janeiro de 2009

PURO AMOR

Amor .
Quero amor de verdade.
Amor , o de verdades , amor leve , o de verdade , o de irmão , o paterno , o materno , amor , o de
verdades ,o sutil , o de amigos , amor de verdade , amor fraternal . Amor ao desconhecido , amor de verdades , amor ao patrão , amor ao peão, amor de verdade. Quero mais.
Amor ao ídolo, amor ao mendigo,amor de verdades,amor ao joão e a maria , amor de verdade.
Amor, o de “Gandhi” , o da conquista pela paz , amor de verdades ,amor ao trabalhador e ao vagabundo,amor de verdade , o com medo em busca do justo , amor ameaçado que tamanho se infla de coragem e enfrenta o medo , amor de “Dorothy” , de “Chico mendes” , amor de verdades , amor de “São Paulo” que de maneira alguma pode ser confundido com o dito amor de “Camões “, amor de verdade. Amor que mesmo machucado , perdoa . Quero mais. Amor , o sem mentiras , amor de verdades. Amor que as vezes menti , pra agradar , amor de verdade. Amor que fere pra não machucar,amor de verdades , amor que se deixa ferir pra salvar,amor de verdade. Quero mais; quero amor.
Sidney caetano filho,

Felicidade

Felicidade


A felicidade de Maria ninguém pode apagar,vinte anos de amor correspondido.
Flores e beijos constante,passeios românticos que não deixaram de existir
depois dos seis filhos,amor palavra constante e sentida.
A cada parto a emoção compartilhada,e as tarefas também.
Se a felicidade é verdadeira,ninguém pode apagar a felicidade de Maria.
Ninguém pode apagar a felicidade de Teresa,felicidade que a espera
do marido,explodia com sua chegada,ninguém pode apagar a felicidade de Teresa.
Flores e bom bons na chegada,carinhos e caricias e a presença sentida mesmo
na ausência,com a lembrança de tanto amor recebido,ninguém pode apagar
a felicidade de Teresa. Como o amor pode ser tão grande assim?
Só João pode dizer,a felicidade de João ninguém pode apagar,pensamentos e preocupações no mesmo peso,dedicação na mesma medida,
ninguém pode apagar a felicidade de João.
Nem mesmo a tristeza de descobrir Teresa,pode apagar o passado feliz
de Maria,tão pouco se imaginar traída por João pode apagar a outrora
felicidade de Teresa.
Nem mesmo abandonando João; Maria ou Teresa teriam como apagar
a felicidade que João a elas por tanto tempo proporcionou.
Nem a tristeza que se faz presente,nem o desespero de ver acabar um relacionamento,onde seu amor era verdadeiramente correspondido,
pode apagar a felicidade de João,que até então viveu verdadeiramente,
ainda que não possa provar.

Sidney Caetano Filho.

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