sábado, 20 de dezembro de 2008

Lágrimas

Com enorme nó na garganta , uma dor sem motivos,me envergonha,mais não deixa de existir.
Não quero chorar, me seguro, mas a dor é latente parece me roer
por dentro é egotista talvez ,e insistente é tão grande que choro sem mérito.
Quando a dor do meu eu é maior, todos os motivos, que reconheço ser de alegria
parece pouco , quero continuar a ver de olhos fechados , quanto me é lindo o mundo.
O maravilhoso sol , a iluminada lua,e a mais linda música,mas só me mostram o quanto sou menor.
Lágrimas,que venham lavar minha cara de pau, sentir tamanha dor por tão pouco,lágrimas
que venham, lavar minha alma suja, indigna egocêntrica.
Lave-me água santa, que jorra abundante deste olhos que pouco vem,chore chore olhos infelizes, Alma limpa então , chore chore, jorre água e agora com razão,chore, jorre água santa,chore olhos fonte de água que agora enxagua uma alma feliz.
Sidney Caetano Filho

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