Acho que entrou pelos poros sedentos,áridos,ou num olhar.
Segurança distraída,não notou o que o invadia,atingiu os vasos,
e de repente veias e artérias estavam a leva lo rumo a um coração duro,
tão somente uma bomba a pulsar,
sempre a explodir com as mais diversas fórmulas vindas do andar de cima,
onde seu dono um alquimista,ao cruzar com um olhar,
pois a misturar em seu laboratório,
substancias das quais muitas ninguém conhece.
O olhar que com ele cruzou,sentiu logo esta química,
e começou também uma desenfreada mistura,
alucinógenos como éter,eloquentes como clorofórmio,
doce como alfazema,no cheirinho dos adolescentes.
Lenços encharcados narinas secas,
lenços secos narinas molhadas.
No laboratório o frasco de um produto puro,
é tão simplesmente diluente para que se faça a mais desejada fórmula,
onde adrenalina misturada a hormônios juvenis e outros,paixão ,desejo,
ciume e tesão,a ele se dilua, dando a toda esta mistura o seu nome em vão!
Olhos nos olhos,o tempo passou,rotina,trabalho,
os alquimistas não procuraram manter a fórmula,agora acabou.
Como rápido vai embora o efeito desta droga juvenil,deixando marcas
e o inocente sentimento,de bons tempos,paz e amor.
Os alquimistas não sabem,como não sabem os adolescentes
o dano que a tão desejada química lhes causou .
Discutem o acontecido, falam do bem querer,
das preocupações que ambos tem e terão,um com o outro.
Toda química passou,serão “só” amigos,um diz para o outro,o amor acabou!
De toda esta mistura,sobrou somente o produto diluente,que na abstinência
de toda esta química,os ex “amantes” alquimistas sequer notaram ou notarão,
que este bem querer,este carinho,é o diluente que não evaporou;
Este produto chamado amor!
Lenços molhados narinas ressecadas,olhos secos retinas danificadas!
Sidney Caetano Filho
,
sexta-feira, 13 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
"Olhares libidinosos"
Algo agarrado na garganta, olhos bem abertos,
segurando o que sabia ser inevitável!
Na cama umas poucas peças para ser cuidadosamente postas na mala.
Sai de cena,fui parar na sala,recordando tanto em tão pouco tempo.
Já no aeroporto,emoção total, tentei falar,olhei nos seus olhos e achei ver o meus.
Tudo em volta nos era totalmente alheio ate então, olhei suas mãos tão calejadas quanto
as minhas, quatro mãos se arranhando em carinhos.
Que passaram para o rosto,um a tentar inutilmente a enxugar no outro lágrimas que caiam de dois homens. Olhares libidinosos a nos observar, nosso tempo se tornava cada vez menor,
e não sabíamos dizer mais nada senão,te amo, eu também,te amo,eu também.
Ultima chamada!
Achei melhor ir embora,um abraço muito forte,
beijos na face,na testa,não me lembro quantos.
Ele me entregou uma fotografia,me virei e sai apressado.
No caminho de casa,olhei a fotografia,era muito velha,
crianças brincavam num quintal do interior,
nos reconheci junto aos outros!
No verso deixou escrito.
Cuide bem de nossos valores,
cuide de nossos bens,cuide bem de nossos amores!
A foto que levo comigo são de nossos velhos pais. Cuide deles também!
São eles os responsáveis,por tanto amor nesta família que temos!.
Sidney Caetano Filho.
segurando o que sabia ser inevitável!
Na cama umas poucas peças para ser cuidadosamente postas na mala.
Sai de cena,fui parar na sala,recordando tanto em tão pouco tempo.
Já no aeroporto,emoção total, tentei falar,olhei nos seus olhos e achei ver o meus.
Tudo em volta nos era totalmente alheio ate então, olhei suas mãos tão calejadas quanto
as minhas, quatro mãos se arranhando em carinhos.
Que passaram para o rosto,um a tentar inutilmente a enxugar no outro lágrimas que caiam de dois homens. Olhares libidinosos a nos observar, nosso tempo se tornava cada vez menor,
e não sabíamos dizer mais nada senão,te amo, eu também,te amo,eu também.
Ultima chamada!
Achei melhor ir embora,um abraço muito forte,
beijos na face,na testa,não me lembro quantos.
Ele me entregou uma fotografia,me virei e sai apressado.
No caminho de casa,olhei a fotografia,era muito velha,
crianças brincavam num quintal do interior,
nos reconheci junto aos outros!
No verso deixou escrito.
Cuide bem de nossos valores,
cuide de nossos bens,cuide bem de nossos amores!
A foto que levo comigo são de nossos velhos pais. Cuide deles também!
São eles os responsáveis,por tanto amor nesta família que temos!.
Sidney Caetano Filho.
quinta-feira, 5 de março de 2009
ERMO " sou"!
Ermo;
Atirando assim,com palavras sem nexo.
Sou misto ,'”mestiço”, sou branco e preto,sou arco iris invisível .
Promíscuo virgem.
Sou cão que ladra,sou homem que morde.
Sou o passado recente de uma borboleta,sou seu futuro,não sou seu presente!
Pioneiro de um projeto ultrapassado,sou ”Visionário vesgo”!
Da garrafa de rótulo desbotado, sou o líquido.
Alguns dizem ser muito valioso,mas nunca provado
permaneço contido.
Um desastrado que deveria ser chamado de” meu amo”,talvez me liberte sem querer.
Quebrando o ate então meu contidente.
E como também não sou o gênio da garrafa,
lhe deixarei de presente, os cacos que me continha e o vinagre que me transformei.
Sou busca, “Seu encontro acidental”.
Sidney Caetano Filho.
Atirando assim,com palavras sem nexo.
Sou misto ,'”mestiço”, sou branco e preto,sou arco iris invisível .
Promíscuo virgem.
Sou cão que ladra,sou homem que morde.
Sou o passado recente de uma borboleta,sou seu futuro,não sou seu presente!
Pioneiro de um projeto ultrapassado,sou ”Visionário vesgo”!
Da garrafa de rótulo desbotado, sou o líquido.
Alguns dizem ser muito valioso,mas nunca provado
permaneço contido.
Um desastrado que deveria ser chamado de” meu amo”,talvez me liberte sem querer.
Quebrando o ate então meu contidente.
E como também não sou o gênio da garrafa,
lhe deixarei de presente, os cacos que me continha e o vinagre que me transformei.
Sou busca, “Seu encontro acidental”.
Sidney Caetano Filho.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
“DA Janela” de Clara ao Instinto Poético de Lu”.
Da janela de “Clara”,uma luz clareia “Um querer”,quase utopia,eu o descrevi,puro amor.
Achei que embora também o querendo,não poderia ser mais que um sonho,de muitos,
mais tão somente um sonho.
Mas a luz que Clara ilumina,são possibilidades de amores correspondido,com sorrisos,cordialidade entre desconhecidos,amigos,uma aura sobre todos.
Guiado por tamanha claridade,encontrei um portal,na soleira um tapete que não ousaria pisar,
me convidou a faze lo,numa humildade em que “LU”o tecera. Parece que ouço a me guiar casa a dentro,suas mãos estendidas exalando um perfume,só encontrado em quem as tem para servi tal “Amor”,em seus textos,jóias garimpadas,ou em “Lu”, fonte natural do próprio. A luz do querer de “Clara, Clarinha”,que ama assim,ao “Instinto poético de LU”,
vejo uma ponte de duas mãos,onde a luz de “Lu”,encontra com as cores de “Clara”,
um “arco iris” de Amor,visualizado tão somente por quem carrega em si a luz do querer,mas explode,e o vento que pode vir,que o espalhe pelo ar,suave como o é,
partículas serão inaladas por muitos, que verão “ascender”
sobre suas cabeças, uma luz maior, a luz do amor.
Sidney Caetano Filho
Achei que embora também o querendo,não poderia ser mais que um sonho,de muitos,
mais tão somente um sonho.
Mas a luz que Clara ilumina,são possibilidades de amores correspondido,com sorrisos,cordialidade entre desconhecidos,amigos,uma aura sobre todos.
Guiado por tamanha claridade,encontrei um portal,na soleira um tapete que não ousaria pisar,
me convidou a faze lo,numa humildade em que “LU”o tecera. Parece que ouço a me guiar casa a dentro,suas mãos estendidas exalando um perfume,só encontrado em quem as tem para servi tal “Amor”,em seus textos,jóias garimpadas,ou em “Lu”, fonte natural do próprio. A luz do querer de “Clara, Clarinha”,que ama assim,ao “Instinto poético de LU”,
vejo uma ponte de duas mãos,onde a luz de “Lu”,encontra com as cores de “Clara”,
um “arco iris” de Amor,visualizado tão somente por quem carrega em si a luz do querer,mas explode,e o vento que pode vir,que o espalhe pelo ar,suave como o é,
partículas serão inaladas por muitos, que verão “ascender”
sobre suas cabeças, uma luz maior, a luz do amor.
Sidney Caetano Filho
E na TV.
Uma palavra é como o centro de um deserto.
e todo seu entorno,uma direção a ser tomada
na cabeça de um homem sem bússola!
Sidney Caetano Filho.
e todo seu entorno,uma direção a ser tomada
na cabeça de um homem sem bússola!
Sidney Caetano Filho.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Banzo
È saudades do berço da mãe,de seu colo,de seus cheiros,formas e tons.
Saudade de deitar sobre ela,com ela viver amor,lambuzar o corpo com sua lama,
curtir seu cio,engravida la com minha semente melhor,ver nossos frutos crescerem,
senti los nas mãos,nas narinas,na boca.
Amor,quase paixão,sem ciúmes . A dor da distancia,não e´dor de quem fora traído,
é dor de traidor,de quem abandona sem querer,de quem partiu amando,viajou em utopia,
e sonha viajando num retorno que não vem.
É banzo este querer,de deitar com ela outra vez,
ainda que em berço cavado,uma cova,
e saprófita,antes que me finde de vez,sentir parte dela.
Mas nem a cova,que sonhei como leito de amor,terei!..
E morro aos poucos de amor,nos braços de uma outra que não amo,
mas que com carinho me recebeu,e orgânico em breve serei.
Sidney caetano filho
Saudade de deitar sobre ela,com ela viver amor,lambuzar o corpo com sua lama,
curtir seu cio,engravida la com minha semente melhor,ver nossos frutos crescerem,
senti los nas mãos,nas narinas,na boca.
Amor,quase paixão,sem ciúmes . A dor da distancia,não e´dor de quem fora traído,
é dor de traidor,de quem abandona sem querer,de quem partiu amando,viajou em utopia,
e sonha viajando num retorno que não vem.
É banzo este querer,de deitar com ela outra vez,
ainda que em berço cavado,uma cova,
e saprófita,antes que me finde de vez,sentir parte dela.
Mas nem a cova,que sonhei como leito de amor,terei!..
E morro aos poucos de amor,nos braços de uma outra que não amo,
mas que com carinho me recebeu,e orgânico em breve serei.
Sidney caetano filho
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Viajar em mim.
Por alguns instantes sai de mim, viajei alto,
flutuei bem acima do que sou,
lá de cima,de outro prisma me vi.
Fui então mais alto,tão alto que já não me via mais,
tive medo,mais continuei
a flutuar cada vez mais distante de mim.
Achei me ascender ao topo de onde já mais cheguei,
nem mereci chegar,não vi estrelas no meu caminho,
nem nuvens eu vi.Senti saudades,mais continuei a viaja
no desconhecido caminho,levado por pensamentos
e devaneios,achei ter sido escolhido,estava então a caminho do céu?
Não,não estava, flutuei,ainda mais alto, flutuei.
Percebi então vultos bem acima de onde cheguei,
corri em direção onde os via,viajando pro alto em grande velocidade,
ainda muito distante de os alcançar,parei,exausto parei,
pude perceber com nitidez os pés de todo o mundo,quis alcança-los,
não consegui,por instantes quis beijar estes pés;
Mais cai bruscamente,de maneira tal, que mergulhei fundo em mim,
tamanha escuridão não imaginei existir,no escuro esbarei em coisas
que não distingui,senti cheiro diversos,muitos não agradáveis,
sabores estranhos senti,alguns amargos demais,outros muito ácido.
Fui mais e mais fundo. Como no cinema antes de começar a seção,
meus olhos foram se adaptando ao escuro,e ainda com dificuldade,
pude ver e ouvir,meus barulhos e monstros,fiquei tão impressionado,
que não consegui ver a beleza ali existente.Vi então uma luz distante,
onde focava um inerte corpo a espera. Voltar não é fácil,mas é preciso,
levando comigo lembranças de turista,e com elas a esperança de rever
os caminhos esteriótipos,que sem perceber,construiu aqui dentro,
um lugar a ser descoberto. Cheguei,com medo adentro este corpo,
que agora,deve buscar o equilíbrio de ser.
Sidney Caetano Filho.
flutuei bem acima do que sou,
lá de cima,de outro prisma me vi.
Fui então mais alto,tão alto que já não me via mais,
tive medo,mais continuei
a flutuar cada vez mais distante de mim.
Achei me ascender ao topo de onde já mais cheguei,
nem mereci chegar,não vi estrelas no meu caminho,
nem nuvens eu vi.Senti saudades,mais continuei a viaja
no desconhecido caminho,levado por pensamentos
e devaneios,achei ter sido escolhido,estava então a caminho do céu?
Não,não estava, flutuei,ainda mais alto, flutuei.
Percebi então vultos bem acima de onde cheguei,
corri em direção onde os via,viajando pro alto em grande velocidade,
ainda muito distante de os alcançar,parei,exausto parei,
pude perceber com nitidez os pés de todo o mundo,quis alcança-los,
não consegui,por instantes quis beijar estes pés;
Mais cai bruscamente,de maneira tal, que mergulhei fundo em mim,
tamanha escuridão não imaginei existir,no escuro esbarei em coisas
que não distingui,senti cheiro diversos,muitos não agradáveis,
sabores estranhos senti,alguns amargos demais,outros muito ácido.
Fui mais e mais fundo. Como no cinema antes de começar a seção,
meus olhos foram se adaptando ao escuro,e ainda com dificuldade,
pude ver e ouvir,meus barulhos e monstros,fiquei tão impressionado,
que não consegui ver a beleza ali existente.Vi então uma luz distante,
onde focava um inerte corpo a espera. Voltar não é fácil,mas é preciso,
levando comigo lembranças de turista,e com elas a esperança de rever
os caminhos esteriótipos,que sem perceber,construiu aqui dentro,
um lugar a ser descoberto. Cheguei,com medo adentro este corpo,
que agora,deve buscar o equilíbrio de ser.
Sidney Caetano Filho.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Razão.
O tropeço numa virgula "mau", colocada no texto em que caminho,cáio num buraco,
e no susto da queda,tento me agarrar as paredes deste buraco escuro.
É grande o desespero, e as palavras que agarro,soltam letras a me derrubar,
cada vez mas fundo,neste escuro mundo,a procurar frases que eu entenda,palavras solidas,
mas não da pra pensar,são todas de puro instinto,sobreviver,continuar,lutar.
Mas caio agarrado no cansaço.
Aqui o fim,é única palavra.
O cansaço evaporou, indo se juntar a todas as outras
acima,onde um clarão me cega.
Desprende das paredes uma só palavra,"razão".
Que na queda ,bate em minha cabeça abrindo uma fenda.
Começar,escalar,aprender,querer,palavras que
penetram esta fenda,com o clarão que antes me deixara cego.
Razão é o começar a escalar, pra querer aprender ou aprender a querer.
Sidney Caetano Filho.
e no susto da queda,tento me agarrar as paredes deste buraco escuro.
É grande o desespero, e as palavras que agarro,soltam letras a me derrubar,
cada vez mas fundo,neste escuro mundo,a procurar frases que eu entenda,palavras solidas,
mas não da pra pensar,são todas de puro instinto,sobreviver,continuar,lutar.
Mas caio agarrado no cansaço.
Aqui o fim,é única palavra.
O cansaço evaporou, indo se juntar a todas as outras
acima,onde um clarão me cega.
Desprende das paredes uma só palavra,"razão".
Que na queda ,bate em minha cabeça abrindo uma fenda.
Começar,escalar,aprender,querer,palavras que
penetram esta fenda,com o clarão que antes me deixara cego.
Razão é o começar a escalar, pra querer aprender ou aprender a querer.
Sidney Caetano Filho.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
UM NOME

Amanheceu,um dia especial,tão especial,que a data teria que ter um nome.
Levantei apressado e sai,no caminho o cheiro de um flor,era de um perfume que nunca antes senti,e pensei,tal perfume teria que ter um nome,um pássaro cantava em seu ninho,por analogia a ele me comparei,tal melodia teria um nome?
O barulho dos carros,sirenes e buzinas,em nada incomodava,parecia se mistura ao maravilhoso cantar do pássaro,que ficou quilômetros atrás a cuidar de seu ninho,e como maestro e seu som,com todos os outros barulhos,compunha a mais bela sinfonia,tal música teria de ter um nome.
Tudo que via,era só beleza,tal beleza teria de ter um nome,a chamei de amor,tal amor,também teria de ter um nome,o chamei de filho,e aquele que neste dia,tudo fez parecer maravilhosamente belo,também dei um nome,Áquila.
Sidney Caetano Filho.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
VÍCIO OU PAIXÃO ?
A primeira vez que meus lábios o tocaram me apaixonei,
O procurava nos bares,ou em outros lugares,que sabia poder encontra lo.
O casamento foi instantâneo e sem papel passado.
Um longo e doloroso relacionamento a seguir. Falava sempre,tu és o ar que respiro,esta impregnado em meu peito. Mas ele me sugava a vida,já não dava mais,quis dele me separar. Fiquei atordoado durante dias,sofrendo com a falta de anos de seu“convívio”. Velo em outros lábios foi minha perdição,o procurei nos bares onde o encontrava sempre,e ao encontra lo,humilhado quis voltar.Mas ainda não sei definir o que sinto,se não dores e o cansaço.E olhando o filtro que separa minha boca de seu precioso fumo,o comparo a uma pequena lingerie,que protege, mas não impede o imenso prazer do toque no corpo que aprecio.Acho que enlouqueci de vez. Maldito cigarro!
Sidney Caetano Filho.
O procurava nos bares,ou em outros lugares,que sabia poder encontra lo.
O casamento foi instantâneo e sem papel passado.
Um longo e doloroso relacionamento a seguir. Falava sempre,tu és o ar que respiro,esta impregnado em meu peito. Mas ele me sugava a vida,já não dava mais,quis dele me separar. Fiquei atordoado durante dias,sofrendo com a falta de anos de seu“convívio”. Velo em outros lábios foi minha perdição,o procurei nos bares onde o encontrava sempre,e ao encontra lo,humilhado quis voltar.Mas ainda não sei definir o que sinto,se não dores e o cansaço.E olhando o filtro que separa minha boca de seu precioso fumo,o comparo a uma pequena lingerie,que protege, mas não impede o imenso prazer do toque no corpo que aprecio.Acho que enlouqueci de vez. Maldito cigarro!
Sidney Caetano Filho.
NADA A DIZER
Se meu baixo ,Q.I ,não entender a burocrática explicação de “Freud”,buscarei respostas no exótico som de “Pink Floyd”.
Sidney Caetano Filho.
Sidney Caetano Filho.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Respostas
Que importa? se esta viva ou morta,com ou sem rimas,quem mais
lê ou declama?Quem se importa se esta morta?
A filosofia vive,com ou sem rimas,e é melhor nos que se quer sabem o que é,
lhes é natural,são pensamentos em busca de respostas do seu cotidiano,
quando as encontram,não sabem se é filosofia,encontraram a verdade que precisam.
A poesia esta morta,sem melodia a muito morreu.
O poeta teimoso,amante de sua arte,tira seu sustento na feiras,onde em gritos rimados,tenta vender seus tomates,quase sempre mais caro que seus pobres poemas.
Quem se importa?..EU.
Sidney Caetano Filho
lê ou declama?Quem se importa se esta morta?
A filosofia vive,com ou sem rimas,e é melhor nos que se quer sabem o que é,
lhes é natural,são pensamentos em busca de respostas do seu cotidiano,
quando as encontram,não sabem se é filosofia,encontraram a verdade que precisam.
A poesia esta morta,sem melodia a muito morreu.
O poeta teimoso,amante de sua arte,tira seu sustento na feiras,onde em gritos rimados,tenta vender seus tomates,quase sempre mais caro que seus pobres poemas.
Quem se importa?..EU.
Sidney Caetano Filho
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Tão pouco
Gritos pra eu ouvir.
Sem pretensões de ser ouvido,grito ou falo,tão somente pra que a omissão não me deprima.
Se por ventura me ouvir,se o som destas palavras não vos agradar, critique, peça que me cale ou em chingamentos grite,grite,gritos pra eu poder ouvir.
Sidney Caetano Filho.
Sem pretensões de ser ouvido,grito ou falo,tão somente pra que a omissão não me deprima.
Se por ventura me ouvir,se o som destas palavras não vos agradar, critique, peça que me cale ou em chingamentos grite,grite,gritos pra eu poder ouvir.
Sidney Caetano Filho.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
É DE GRAÇA
Quanto custa?
Ela chegou assim,sem motivos aparente,foi invadindo e expandindo,estava despida,
com um cheiro só seu , num lugar que de especial só mesmo com sua chegada,
sem centavos nem palavras . O sorriso era todo meu,eu estava assim,despido de qualquer vaidade,absolutamente vazio,tão vazio que absorvi por inteiro o que me viera sem ônus.
Por tanto tempo a procurei,quis ser visto,me vesti de finas roupas,me perfumei com aromas que a todos agradavam,fui o profissional que todos queriam, mas não a conquistei .
Vesti o que me era mas confortável , tão somente com o cheiro de frescor de um bom banho,passei a ser o profissional que eu queria ser , e de graça ela me apareceu .
A felicidade é gratuita, pena termos de pagar tão caro pra tristeza ir embora.
Sidney Caetano Filho
Ela chegou assim,sem motivos aparente,foi invadindo e expandindo,estava despida,
com um cheiro só seu , num lugar que de especial só mesmo com sua chegada,
sem centavos nem palavras . O sorriso era todo meu,eu estava assim,despido de qualquer vaidade,absolutamente vazio,tão vazio que absorvi por inteiro o que me viera sem ônus.
Por tanto tempo a procurei,quis ser visto,me vesti de finas roupas,me perfumei com aromas que a todos agradavam,fui o profissional que todos queriam, mas não a conquistei .
Vesti o que me era mas confortável , tão somente com o cheiro de frescor de um bom banho,passei a ser o profissional que eu queria ser , e de graça ela me apareceu .
A felicidade é gratuita, pena termos de pagar tão caro pra tristeza ir embora.
Sidney Caetano Filho
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Parece tarde
Regozijar
Torci fervorosamente,quase enfartei,mas na ultima curva ,Felipe foi ultrapassado.Passaram se alguns dias,ate que os americanos elegeram o primeiro Presidente Negro naquele pais, voltei à curva onde outrora nenhum negro conquistara, gozei com vitória Louis Hamilton,em um esporte em que “Formula única” fora sempre branca,abra te porta,“libertas que sera tamen”,sinto me orgulhoso de fazer parte desta raça,“Raça humana”.O sonho vai , ainda que em lentos passos,sendo realizado.
Sidney caetano filho.
Torci fervorosamente,quase enfartei,mas na ultima curva ,Felipe foi ultrapassado.Passaram se alguns dias,ate que os americanos elegeram o primeiro Presidente Negro naquele pais, voltei à curva onde outrora nenhum negro conquistara, gozei com vitória Louis Hamilton,em um esporte em que “Formula única” fora sempre branca,abra te porta,“libertas que sera tamen”,sinto me orgulhoso de fazer parte desta raça,“Raça humana”.O sonho vai , ainda que em lentos passos,sendo realizado.
Sidney caetano filho.
domingo, 25 de janeiro de 2009
medo
Medo de mim,
Olhe pra mim,quero me ver!
Quero você meu espelho. Seus olhos visto por mim,
refletem um pouco do que sou para mim e tudo que sou pra você .
Qual de nós enxerga minha verdade?
Olhe pra mim,serei mesmo assim,.seu medo me assustou. Seu sorriso me alegrou,suas lagrimas me fizeram chorar.
Olhe pra mim,quero me ver!
Quero você meu espelho. Seus olhos visto por mim,
refletem um pouco do que sou para mim e tudo que sou pra você .
Qual de nós enxerga minha verdade?
Olhe pra mim,serei mesmo assim,.seu medo me assustou. Seu sorriso me alegrou,suas lagrimas me fizeram chorar.
sábado, 3 de janeiro de 2009
PURO AMOR
Amor .
Quero amor de verdade.
Amor , o de verdades , amor leve , o de verdade , o de irmão , o paterno , o materno , amor , o de
verdades ,o sutil , o de amigos , amor de verdade , amor fraternal . Amor ao desconhecido , amor de verdades , amor ao patrão , amor ao peão, amor de verdade. Quero mais.
Amor ao ídolo, amor ao mendigo,amor de verdades,amor ao joão e a maria , amor de verdade.
Amor, o de “Gandhi” , o da conquista pela paz , amor de verdades ,amor ao trabalhador e ao vagabundo,amor de verdade , o com medo em busca do justo , amor ameaçado que tamanho se infla de coragem e enfrenta o medo , amor de “Dorothy” , de “Chico mendes” , amor de verdades , amor de “São Paulo” que de maneira alguma pode ser confundido com o dito amor de “Camões “, amor de verdade. Amor que mesmo machucado , perdoa . Quero mais. Amor , o sem mentiras , amor de verdades. Amor que as vezes menti , pra agradar , amor de verdade. Amor que fere pra não machucar,amor de verdades , amor que se deixa ferir pra salvar,amor de verdade. Quero mais; quero amor.
Sidney caetano filho,
Quero amor de verdade.
Amor , o de verdades , amor leve , o de verdade , o de irmão , o paterno , o materno , amor , o de
verdades ,o sutil , o de amigos , amor de verdade , amor fraternal . Amor ao desconhecido , amor de verdades , amor ao patrão , amor ao peão, amor de verdade. Quero mais.
Amor ao ídolo, amor ao mendigo,amor de verdades,amor ao joão e a maria , amor de verdade.
Amor, o de “Gandhi” , o da conquista pela paz , amor de verdades ,amor ao trabalhador e ao vagabundo,amor de verdade , o com medo em busca do justo , amor ameaçado que tamanho se infla de coragem e enfrenta o medo , amor de “Dorothy” , de “Chico mendes” , amor de verdades , amor de “São Paulo” que de maneira alguma pode ser confundido com o dito amor de “Camões “, amor de verdade. Amor que mesmo machucado , perdoa . Quero mais. Amor , o sem mentiras , amor de verdades. Amor que as vezes menti , pra agradar , amor de verdade. Amor que fere pra não machucar,amor de verdades , amor que se deixa ferir pra salvar,amor de verdade. Quero mais; quero amor.
Sidney caetano filho,
Felicidade
Felicidade
A felicidade de Maria ninguém pode apagar,vinte anos de amor correspondido.
Flores e beijos constante,passeios românticos que não deixaram de existir
depois dos seis filhos,amor palavra constante e sentida.
A cada parto a emoção compartilhada,e as tarefas também.
Se a felicidade é verdadeira,ninguém pode apagar a felicidade de Maria.
Ninguém pode apagar a felicidade de Teresa,felicidade que a espera
do marido,explodia com sua chegada,ninguém pode apagar a felicidade de Teresa.
Flores e bom bons na chegada,carinhos e caricias e a presença sentida mesmo
na ausência,com a lembrança de tanto amor recebido,ninguém pode apagar
a felicidade de Teresa. Como o amor pode ser tão grande assim?
Só João pode dizer,a felicidade de João ninguém pode apagar,pensamentos e preocupações no mesmo peso,dedicação na mesma medida,
ninguém pode apagar a felicidade de João.
Nem mesmo a tristeza de descobrir Teresa,pode apagar o passado feliz
de Maria,tão pouco se imaginar traída por João pode apagar a outrora
felicidade de Teresa.
Nem mesmo abandonando João; Maria ou Teresa teriam como apagar
a felicidade que João a elas por tanto tempo proporcionou.
Nem a tristeza que se faz presente,nem o desespero de ver acabar um relacionamento,onde seu amor era verdadeiramente correspondido,
pode apagar a felicidade de João,que até então viveu verdadeiramente,
ainda que não possa provar.
Sidney Caetano Filho.
A felicidade de Maria ninguém pode apagar,vinte anos de amor correspondido.
Flores e beijos constante,passeios românticos que não deixaram de existir
depois dos seis filhos,amor palavra constante e sentida.
A cada parto a emoção compartilhada,e as tarefas também.
Se a felicidade é verdadeira,ninguém pode apagar a felicidade de Maria.
Ninguém pode apagar a felicidade de Teresa,felicidade que a espera
do marido,explodia com sua chegada,ninguém pode apagar a felicidade de Teresa.
Flores e bom bons na chegada,carinhos e caricias e a presença sentida mesmo
na ausência,com a lembrança de tanto amor recebido,ninguém pode apagar
a felicidade de Teresa. Como o amor pode ser tão grande assim?
Só João pode dizer,a felicidade de João ninguém pode apagar,pensamentos e preocupações no mesmo peso,dedicação na mesma medida,
ninguém pode apagar a felicidade de João.
Nem mesmo a tristeza de descobrir Teresa,pode apagar o passado feliz
de Maria,tão pouco se imaginar traída por João pode apagar a outrora
felicidade de Teresa.
Nem mesmo abandonando João; Maria ou Teresa teriam como apagar
a felicidade que João a elas por tanto tempo proporcionou.
Nem a tristeza que se faz presente,nem o desespero de ver acabar um relacionamento,onde seu amor era verdadeiramente correspondido,
pode apagar a felicidade de João,que até então viveu verdadeiramente,
ainda que não possa provar.
Sidney Caetano Filho.
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